terça-feira, 25 de novembro de 2014

O "Estado Judeu" e a hipocrisia árabe

Os árabes sempre foram unânimes em rejeitar a idéia de Israel como um "Estado judeu". Segundo eles, a razão é que um Estado judeu seria, por definição, discriminatório contra árabes e muçulmanos.

Constituição da Jordânia:
Artigo 1
O Reino Hachemita da Jordânia é um Estado árabe independente e soberano. Ele é  indivisível e inalienável e nenhuma parte dele pode ser cedido. O povo de Jordânia é uma parte da nação árabe, e seu sistema de governo é parlamentar com uma monarquia hereditária.

Artigo 2

O Islã é a religião do Estado e árabe é sua língua oficial.


Constituição do Egito:

Com sua história e localização únicas, o Egito é o coração do mundo árabe.
Artigo 1 
A República Árabe do Egipto é um estado unidos, soberano e indivisível, e nenhuma parte pode ser abandonada,  tendo um sistema republicano democrático que é baseado na cidadania e Estado de Direito.

O povo egípcio é parte da nação árabe que procura melhorar a sua integração e unidade.


Artigo 2

O Islã é a religião do Estado e árabe é sua língua oficial. Os princípios da 
Sharia islâmica são a principal fonte da legislação.


Constituição da Líbia:

Artigo 1 [Princípios]
A Líbia é uma república árabe, democrática e livre na qual a soberania é outorgada as pessoas. O povo líbio é parte da nação árabe. Seu objetivo é a total união árabe. O território líbio é uma parte da África. O nome do país é a República Árabe Líbia.

Artigo 2 [religião estatal, língua]

O Islã é a religião do Estado e o árabe é sua língua oficial. O Estado protege a liberdade religiosa, de acordo com os costumes estabelecidos.


Constituição do Marrocos:

Preâmbulo
O Reino do Marrocos, um Estado soberano muçulmano cuja língua oficial é o árabe, constitui uma parte do Grande Magrebe Árabe.

Artigo 6 [Estado Religião]

O Islã é a religião do Estado, que garante a todos a liberdade de culto.


Constituição do Iêmen:

Artigo (1) A República do Iêmen é um Estado soberano árabe, islâmico e independente, cuja integridade é inviolável, e nenhuma parte dele pode ser cedido. O povo do Iêmen é parte da nação árabe e islâmica.

Artigo (2) O Islã é a religião do Estado, e o árabe é sua língua oficial.


Artigo (3) A Sharia islâmica é a fonte de toda a legislação.



Constituição da Síria:

Artigo 1 [Nação árabe, República Socialista]

(1) A República Árabe Síria é um Estado democrático, popular, socialista e soberano. Nenhuma parte do seu território pode ser cedida. A Síria é um membro da União das Repúblicas Árabes.

(2) A região da Síria Árabe é uma parte da pátria árabe.
(3) O povo da região árabe-síria é uma parte da nação árabe. Eles trabalham e lutam para alcançar a unidade global da nação árabe.

Artigo 3 [Islã]


(1) A religião do Presidente da República tem de ser o Islã.

(2) a jurisprudência islâmica é a principal fonte de legislação.


Constituição da Arábia Saudita:

Artigo 1
O Reino da Arábia Saudita é um estado soberano islâmico árabe com o Islã como sua religião; O livro de Deus e a Sunnah de Seu Profeta, que orações e a paz de Deus estejam sobre ele, são a sua constituição. O árabe é a seu idioma e Riad é a sua capital.


Constituição do Kuwait:

Artigo 1
O Kuwait é um Estado árabe independente e soberano. Nem a sua soberania, nem qualquer parte do seu território pode ser abandonados.

O povo do Kuwait é uma parte da nação árabe.


Artigo 2

A religião do Estado é o Islã, e a Sharia islâmica deve ser a principal fonte de legislação.


Constituição da Argélia:

Artigo 1 [Democracia, República]
A Argélia é uma República Democrática e Popular. Ele é uma e indivisível.

Artigo 2 [Estado Religião]

O Islã é a religião do Estado.


Constituição do Bahrain:

Artigo 1 [Soberania, Monarquia Constitucional]
a. O Reino de Bahrain é um Estado árabe islâmico independente e plenamente soberano, cuja população é parte da nação árabe e cujo território é parte da grande pátria árabe. Sua soberania não pode ser cedida ou qualquer de seu território abandonado.

Artigo 2 [Estado Religião, Sharia, Língua Oficial]

A religião do Estado é o Islã. A Sharia islâmica é a principal fonte de legislação. A língua oficial é o árabe.


Constituição da Tunísia:

Artigo 5
A República da Tunísia faz parte do Magrebe Árabe e deve trabalhar para alcançar sua unidade e tomar todas as medidas para garantir a sua realização


Constituição da Mauritânia:

Preâmbulo: ... Consciente da necessidade de reforçar os seus laços com povos irmãos, o povo da Mauritânia, um povo muçulmano, africano e árabe, proclama que vai trabalhar pela realização da união do Grande Maghreb da nação árabe e da África e pela consolidação da paz no mundo.

TÍTULO I Disposições gerais, Princípios Fundamentais


Artigo 1 [Integridade do estado, proteção igual]


(1) A Mauritânia é uma república indivisível, democrática e social islâmica.



Constituição do Irã:

Artigo 1 [Forma de Governo]
A forma de governo do Irã é a de uma República Islâmica, apoiada pelo povo do Irã, com base em sua crença de longa data na soberania da verdade e da justiça corânica, ...

Artigo 2 [Princípios Fundamentais]

A República Islâmica é um sistema baseado na crença em:
1) Um Deus (como indicado na frase "Não há nenhum deus além de Alá"), Sua soberania exclusiva e direito de legislar, e da necessidade de submissão a seus mandamentos; 
2) A revelação divina e seu papel fundamental no estabelecimento das leis;
3) o retorno a Deus na outra vida e o papel construtivo dessa crença no curso da ascensão do homem para Deus;
4) a justiça de Deus na criação e legislação;
5) liderança contínua e orientação perpétua, e seu papel fundamental na garantia do processo ininterrupto da revolução do Islã; 


Artigo 1
Palestina é parte do grande mundo árabe, e o povo palestino é parte da nação árabe. A unidade árabe é um objetivo que o povo palestino deve trabalhar para conseguir.

Artigo 4
1. O islamismo é a religião oficial na Palestina. O respeito e a santidade de todas as outras religiões celestiais devem ser mantidos.
2. Os princípios da sharia islâmica devem ser a principal fonte de legislação.

sábado, 22 de novembro de 2014

Líder do Hezbollah diz que o grupo trabalha pela ocupação iraniana do Líbano

Neste vídeo dos anos 80 (que veio a público apenas em 2010), Hassan Nasrallah, o líder do Hezbollah, desfaz o mito de que o grupo foi criado para combater a ocupação israelense.
Ele afirma que o grupo terrorista luta justamente para transformar o Líbano em um território controlado pelo Irã e por seus aiatolás

.

Qual é a natureza do regime que o Hizballah quer para o Líbano, no presente, a luz da situação do país e das numerosas seitas? As palestras anteriores responderam esta questão.

No momento, não temos um plano para um regime no Líbano. Acreditamos que devemos remover o colonialismo e [a ocupação] israelense, e só então um plano pode ser implementado.

O nosso plano -- e nós, como crentes fiéis, não temos nenhuma alternativa -- é estabelecer um estado islâmico sob controle do islã.

O Líbano não deve ser uma república islâmica soberana, e sim uma parte da Grande República Islâmica governada pelo Mestre do Tempo (o Mahdi) e por seu legítimo representante, o governante jurisprudente, iman Khomeini (o falecido aiatolá iraniano).

Perguntaram-me sobre a relação do Hizballah com o Irã e com a liderança da revolução islâmica no Irã.
No que nos diz respeito, essas relações... eu sou um dos que trabalham para o Hizballah e para seus mecanismos ativos. 
Eu não teria continuado no Hizballah nem mesmo por um minuto se eu não estivesse absolutamente convencido de que esses mecanismos estão conectados através de uma certa hierarquia ao governante e líder jurisprudente, cujas decisões são vinculantes. No que nos diz respeito, isso é evidente e incontestável.

Declarações diplomáticas e políticas não são importantes neste caso. O aiatolá Karroubi não pode simplesmente admitir: É, o Hizballah é nossa gente no Líbano. Isso é inconcebível, tanto politicamente quanto no que se refere a relações públicas.

Nossa relação orgânica e essencial com a liderança da revolução islâmica no Irã e com o regime do jurisprudente é evidente e incontestável, no que nos diz respeito.
Nós pertencemos a este caminho, fazemos sacrifícios por sua causa e nos arriscamos porque estamos convencidos de que o sangue que derramamos corre em nome do regime do jurisprudente. 

O governante jurisprudente deve ser o responsável por nomear líderes e conceder legitimidade a eles em todos os países muçulmanos? Sim, porque sua jurisprudência não é limitada por limites geográficos. Ela se estende até onde os muçulmanos estiverem.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Diretor de escola da ONU em Gaza posta foto de crianças armadas e imagem louvando terroristas que mataram inocentes rezando em sinagoga

Naief Al-Hattab, diretor da escola primária Zaytoun, da UNRWA, postou diversas fotos em seu perfil no Facebook louvando o terrorismo e com crianças armadas, e dedicou uma postagem para glorificar os dois terroristas que invadiram uma sinagoga com uma pistola e uma machadinha e mataram 4 rabinos enquanto eles rezavam. Al-Hattab também foi o diretor de outra escola primária chamada Shijia.  

Este é al-Hattab em seu escritório -- decorado com duas grandes bandeiras da ONU: 

Esta é uma foto de al-Hattab apertando a mão de ninguém menos que o todo poderoso secretário-geral da ONU, o coreano Ban ki Moon:

Foto de um menino armado retirada da página de al-Hattab (a imagem de fundo mostra a bandeira do Fatah, do "moderado" Mahmoud Abbas):

E este é um post do dia 17 de novembro, no qual ele fala em "vingança" e glorifica os terroristas (chamando-os pelos nomes) do ataque a sinagoga: 

A postagem, que até o momento recebeu quase 120 curtidas, também conta com quase duas dezenas de comentários elogiosos, que vão desde os que dizem sentir "orgulho" e "felicidade" pela chacina, até os que chamam os terroristas de "protetores da pátria" e de "heróis".


Hamas é a segunda organização terrorista mais rica do mundo

A edição israelense da revista “Forbes” – aquela da lista de milionários – publicou recentemente um ranking das organizações terroristas mais ricas do mundo (original em hebraico aqui). 

O Estado Islâmico encabeça a lista com uma fortuna anual de US$ 2 bilhões. O segundo colocado é o Hamas, que há alguns meses travou com o exército israelense uma violenta guerra na faixa de Gaza, com US$ 1 bilhão anual (dois bilhões e quinhentos milhões de reais por ano).



Segundo a revista, esses grupos terroristas se financiam por meio de uma série de operações, como tráfico de drogas e extorsão. No caso do Estado Islâmico, uma das principais fontes de renda é o contrabando de petróleo. Mas no caso de Hamas e Hizballah conta também um outro rol de financiamentos, como doações internacionais e agências de governo.

A relação dessas riquezas também tem impacto político na reconstrução de Gaza, já que atores internacionais mais de uma vez expressaram preocupação diante das constantes doações internacionais à facção palestina, envolvida em diversos casos de corrupção e de desvio de ajuda humanitária como, por exemplo, o cimento para construir túneis usados para ataques terroristas, em vez de estruturas em benefício da população. Após a guerra deste ano, foi prometido um repasse de US$ 5,4 bilhões ao Hamas.

Casos de corrupção e de desvio de ajuda humanitária por parte do Hamas:  [1] , [2] , [3] 


Abbas incita ataque terrorista e depois o "condena", enquanto o grupo que ele comanda diz em árabe que ele mentiu em nome da "diplomacia"

Do site Qudsnet, em 19 de novembro:
Fatah: Declarações do Presidente Abbas sobre a operação em Jerusalém [foram] com fins diplomáticos
A Organização para a Libertação da Palestina, Fatah, justificou declarações do presidente palestino Mahmud Abbas na qual ele condenou a operação em Jerusalém ontem. A organização (que é comandada por Abbas) considerou estas declarações como sendo diplomacia política, de acordo com uma declaração feita por Najat Abu-Bakr, deputada do Fatah no Conselho Legislativo da Palestina. 
Abu Bakr expressou a sua convicção de que o comportamento do presidente Abbas sob tais condições é diplomacia, porque é exigido dele que faça declarações como todos os outros. Ele é responsável por todo o povo palestino. Ela ressaltou que a frente diplomática não aceita declarações sangrentas, mas aquelas que são extremamente equilibradas e bem pensadas.
Em entrevista a rádio al-Quds, quarta-feira [19 de novembro], Abu Bakr disse: "O presidente palestino é obrigado a falar desta maneira diante do mundo. Estas declarações são responsáveis pela situação do povo palestino". Ela observou que o objetivo por trás dessas afirmações é para acender todos os sinais diplomáticos para que o mundo desperte para a importância da causa palestina, que os colonos prejudicaram através de suas práticas contra os palestinos.
Cinco israelenses foram mortos na manhã de ontem, terça-feira [18 de novembro], e outros ficaram feridos em uma operação de tiro e facadas com cutelos contra extremistas judeus em uma sinagoga na assim chamada rua Agassi, na parte ocidental de Jerusalém ocupada. Dois palestinos também foram martirizados; eles eram os dois que realizaram o ataque de acordo com relatos de fontes da mídia israelense.
 A deputada Abu-Bakr esclareceu que o presidente Abbas está dando ao mundo mais tempo para resolver a causa palestina, que está passando agora por um estado indefinição, enquanto os confrontos com a ocupação estão escalando. Ela observou que as declarações do presidente Abbas contém uma mensagem clara dirigida aos que aspiram a fazer de Jerusalém uma cidade apenas para os judeus: que existem forças que não vão mostrar qualquer misericórdia para com os colonos.
Ela indicou que Israel está usando uma política talmúdica baseada em destruição, matança, e saturando os palestinos com ainda mais mortes, particularmente desde que os colonos na Cisjordânia possuiem 60.000 armas. Ontem, eles tiveram uma quantidade similar adicionada às armas que eles já têm, que é um indicador perigoso. Abu Bakr considerou as vítimas israelenses como colonos extremistas que estão invadindo Al-Aqsa.
Abu Bakr esclareceu que os palestinos hoje estão enfrentando uma batalha que é liderada pelos extremistas em Israel, consistindo de rabinos. Esta situação nos obriga a sempre lembrar que a base real para a ação é a Cisjordânia, que Israel está profanando diariamente com os seus crimes.

Os cinco israelenses mortos no ataque do dia 18, que são chamados de "extremistas", eram 4 rabinos rezando (três americanos e um inglês) e um policial árabe-druso, que enfrentou os terroristas para defender os civis na sinagoga.
Os dois palestinos "martirizados"  [2] eram dois terroristas que atacaram indiscriminadamente inocentes que rezavam com uma pistola, uma machadinha e facas.

Abu-Bakr diz que "as declarações do presidente Abbas contêm uma mensagem clara dirigida aos que aspiram a fazer de Jerusalém uma cidade apenas para os judeus: que existem forças que não vão mostrar qualquer misericórdia para com os colonos". Mas a verdade é que Abbas e os muçulmanos são os que querem transformar o lugar mais sagrado para a religião judaica em um lugar estritamente muçulmano. [1] , [2] , [3] , [4] , [5] , [6]

A deputada que afirma que Abbas estava mentindo ao condenar o ataque repete as palavras do guarda-costas de Yasser Arafat, que afirmou o mesmo em uma entrevista concedida recentemente -- que Arafat mentia quando condenava ataques terroristas contra inocentes.  

No fim, Abu-Bakr ainda deixa claro que rabinos são alvos legítimos para os terroristas. Um deles, o rabino Glick, foi baleado logo após Abbas afirmar que os muçulmanos deveriam impedir os judeus "de qualquer maneira". O rabino mantinha boas relações com muçulmanos, e até rezava com eles.

Original

فتح: تصريحات الرئيس عباس بشأن عملية القدس دبلوماسية

بررت حركة التحرير الوطني الفلسطيني "فتح" تصريحات الرئيس الفلسطيني محمود عباس التي أدان فيها عملية القدس أمس، واعتبرتها أنها تصريحات تأتي في سياق الدبلوماسية السياسية وفقاً لتصريح نجاة أبو بكر النائب في المجلس التشريعي عن حركة فتح.
واعتبرت أن تصرف الرئيس عباس خلال هذه الأوقات هو في قمة الدبلوماسية لأنه ليس مطلوباً منه أن يصرح كما يصرح الجميع فهو مسؤول عن كل الشعب الفلسطيني. وأشارت إلى أن الجبهة الدبلوماسية المفتوحة لا تقبل التصريحات الدموية وإنما تقبل التصريح بمنتهي الدقة.
وقالت أبو بكر في حديث لإذاعة القدس اليوم الأربعاء إن: الرئيس الفلسطيني مجبر أن يتحدث بذلك أمام العالم وهذه التصريحات مسؤولة عن الشعب الفلسطيني. وذكرت أن هدف هذه التصريحات إشعال كل الإشارات الدبلوماسية من أجل أن يتيقظ العالم إلى أهمية القضية الفلسطينية، التي تغول عليها المستوطنين بممارساتهم ضد الفلسطينيين.
وقتل خمسة إسرائيليين صباح أمس الثلاثاء، واصيب آخرون، في عملية اطلاق نار وطعن بالات حادة ضد متطرفين يهود، في كنيس في الشارع المسمى "اغاسي" غرب مدينة القدس المحتلة، فيما استشهد فلسطينيان هما منفذا الهجوم حسب ما ذكرت مصادر إعلامية عبرية.
وحسب ما ذكرت وسائل الإعلام العبرية فأن إسرائيل تحمل الجبهة الشعبية لتحرير فلسطين المسئولية عن العملية، لكن الثانية لم تؤكد ذلك رسمياً، واكتفت بالدعوة إلى تطوير هذا النوع من العمليات لتوحيد كل الجهود الفلسطينية نحو مقاومة موحدة في مواجهة الاحتلال.
وأوضحت النائبة أبو بكر أن الرئيس عباس يمنح العالم المزيد من الوقت من أجل حل القضية الفلسطينية التي باتت حالياً تعيش حالة تدافع وتسارع بالتزامن مع ارتفاع حدة المواجهة مع الاحتلال. وأشارت إلى أن حديث الرئيس عباس فيه رسالة واضحة إلى من يطمح أن تصبح القدس لليهود فقط بأن هناك قوى لن ترحم المستوطنين.
وبيت أن إسرائيل حالياً تستخدم سياسة تلمودية قائمة على القتل والدمار وإشباع الفلسطيني بالمزيد من القتل، سيما وأن المستوطنين بالضفة يمتلكون 60 الف قطعة سلاح وبالأمس أضيف لهم نفس العدد، وهذا مؤشر خطير. واعتبرت أبو بكر أن القتلى الإسرائيليين هم من المستوطنين المتشددون الذين يقتحمون الأقصى.
وكانت الرئاسة الفلسطينية أدانت عمليات قتل ما أسمتهم بالمدنيين من أي جهة كانت، وقالت في بيان نشرته الوكالة الرسمية الفلسطينية "وفا": ندين عملية قتل المصلين التي تمت في إحدى دور العبادة في القدس الغربية، كما تدين كل أعمال العنف أي كان مصدرها، وتطالب بوقف الاقتحامات للمسجد الأقصى واستفزازات المستوطنين وتحريض بعض الوزراء الإسرائيليين.
وجاء في بيان الرئاسة أنه آن الأوان لإنهاء الاحتلال وإنهاء أسباب التوتر والعنف، بالتزامن مع تأكيده بأنه ملتزمة بالحل العادل القائم على أساس حل الدولتين، وفق قرارات الشرعية الدولية، والحفاظ على جو التهدئة والتفاهمات التي تمت مع الملك عبد الله الثاني ووزير الخارجية الأميركي جون كيري في عمان.
وقرر الكابينيت الإسرائيلي أمس ست خطوات عقابية ضد المقدسيين وهي إقامة حواجز على مداخل الأحياء العربية في القدس، وحملات تفتيش مخططة مسبقا لها في القدس، وزيادة عدد رخص السلاح بيد المستوطنين، بالإضافة إلي استجلاب كتيبتين من جنود حرس الحدود للقدس، وهدم منازل منفذي العمليات وإعطاء أوامر بحراسة الأماكن العامة في القدس.
وأوضح أبو بكر أن الفلسطينيين اليوم أمام معركة يقودها المتطرفين في إسرائيل من الحاخامات، وهذا المشهد يدعونا لأن نتذكر دائما أن قاعدة الفعل الحقيقية هي الضفة الغربية التي تستبيحها إسرائيل يومياً بجرائمها. وقالت: يجب أن ندرك أننا هنا مطالبين بالوحدة الوطنية.
ورأت أبو بكر أن المقاومة تحتاج إلى تصويب المسارات الفلسطينية والابتعاد عن التفسخ والانهيارات التي سببها الانقسام في داخل المجتمع الفلسطيني. واعتبرت أن الفلسطينيين ليس لديهم خندق مشترك للتصدي للاحتلال. وقالت: بالأمس الكابينيت الإسرائيلي منح المستوطنين مساحة جديدة لممارسة المزيد من الانتهاكات ضد الفلسطينيين.
وحول اعتراف اسبانيا بالدولة الفلسطينية قالت النائبة أبو بكر: أتوقع أن دول الاتحاد الأوربي ستعترف في فلسطين لكن هذا الاعتراف سيبقي حبراً على ورق إذا ما استخدمت الولايات المتحدة الأمريكية حق النقد الفيتو. وذكرت أن الضغط يجب أن يكون في اتجاه أن لا تضاف هذه الاعترافات في ادرج الأمم المتحدة.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Policial morto em ataque terrorista na sinagoga era um árabe druso

Zidan Sayif e sua pequena filha

Zidan Sayif (30), o primeiro policial a chegar na sinagoga onde os dois palestinos mataram 4 rabinos rezando, era um árabe druso residente da Galiléia. Testemunhas afirmam que ele impediu mais mortes ao chegar ao local e enfrentar os terroristas sozinho.

Ele foi atingido por um tiro na cabeça e faleceu algumas horas depois, com seus pais e esposa ao lado de sua cama. 
Sayif deixa mulher e uma filha de 4 meses de idade.

Este é o segundo policial druso morto por terroristas muçulmanos nas duas últimas semanas.

Drusos são uma minoria árabe que segue o "Kitab Al Hikma", e que é considerada herege tanto por sunitas quanto por xiítas. Eles são nacionalistas e servem o exército de Israel desde a fundação do estado. Os judeus e os drusos são aliados desde antes da criação de Israel e mantém o que ambos chamam de "pacto de sangue".

Família dos terroristas celebra e defende o ataque: "coisa normal para todos que pertencem ao Islã"


A família dos primos Uday e Ghassan Abu Jamal, residentes do bairro de Jabel Mukabar, em Jerusalém, estavam eufóricos nesta terça-feira, celebrando o atentado terrorista cometido por seus parentes.

"Nós respondemos com gritos de alegria quando recebemos a notícia sobre as mortes", disse Ala'a Abu Jamal ao falar de seus primos para o jornal israelense Yedioth Aharonoth (reproduzido pelo Israel national News). "As pessoas aqui distribuiram doces para as pessoas que nos visitaram, e havia alegria pelos mártires."

Ele prosseguiu dizendo que o ataque era "uma coisa normal que pode ser esperada de todo homem que tem coragem e um sentimento de unidade com seu povo e com o Islã."

"O ataque foi uma surpresa para nós, não esperavamos que ele iria ocorrer", afirmou Ala'a Abu Jamal. "Os dois mortos (os terroristas) eram trabalhadores e não eram ligados a qualquer organização. Um deles era casado com três filhos. Obrigado Alá, alguém que morre como mártir, isso é uma grande coisa..."

Apesar de o primo dizer que eles não tinham ligações com nenhum grupo, a Frente pela Libertação da Palestina assumiu a autoria do ataque ataque.

A matéria traz também vizinhos celebrando os ataques e louvando os terroristas. 

Professor de escola da ONU escreve poema celebrando terroristas que invadiram uma sinagoga e mataram 4 pessoas rezando

Ibrahim Hajjar, professor de uma escola da ONU em Hebron, publica um poema em sua página pessoal no Facebook celebrando Uday Rassan Abu Jamal, terroristas que invadiram uma sinagoga com uma pistola e um machado e mataram quatro rabinos enquanto rezavam. Ele os chama de "heróis de Alá". 



O professor da ONU, Ibrahim Najjar:


Massacre em sinagoga; "moderado" Fatah de Mahmmoud Abbas chama ataque de "operação heróica" e população comemora nas ruas distribuindo doces

Dois terroristas (Uday e Ghassan Abu Jamal) armados com um machado e uma pistola invadiram uma sinagoga nesta manhã e mataram quatro rabinos enquanto eles rezavam.
A população árabe de Israel e dos terroritórios está distribuindo doces em comemoração ao ocorrido, enquanto o site oficial do Fatah chama o ataque terrorista de "operação heróica".

População comemora mortes nas ruas enquanto distribui doces: 




O vídeo diz que a Autoridade Palestina condena o ocorrido, mas omite que o Fatah classifica o ataque terrorista como um "ato heróico" em seu site oficial. Mahmmoud Abbas controla tanto a Autoridade Palestina quanto o Fatah:

جاءت اولى التصريحات في بيان لحركة فتح - اقليم القدس الذي 
باركت فيه العملية البطولية التي نفذت صباح اليوم في العاصمة.


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Imigração árabe rumo a Palestina

A narrativa árabe, que é hoje amplamente aceita como um fato histórico em todo o mundo, é o resultado de uma doutrinação sistemática por meio de propaganda.

Este artigo detalha as quatro grandes ondas migratórias árabes rumo a Palestina -- com a quarta e última onda sendo a maior delas. Evidência de que os "palestinos" são, em grande parte, imigrantes recém-chegados.
A partir do século 12 AEC até 135 EC, os judeus eram o maior grupo étnico-religioso na Palestina. 
Na véspera da conquista otomana (1516) a população da terra a oeste do rio Jordão era de 120 mil pessoas -- com uma maioria muçulmana, pela primeira vez na história.  
A partir do século 16 e até as últimas décadas do século 19, a população do local era de cerca de 250 mil pessoas. 
A maioria dos árabes imigrou para a Terra Santa nos séculos 19 e 20, durante o domínios otomano (1516-1918) e do Mandato Britânico (1918-1948).

 Primeira onda, século VII
A primeira onda ocorreu durante as invasões islâmicas no século VII. 

A ocupação árabe-muçulmana da Palestina durou cerca de 400 anos (640-1099), sendo que a maioria dos estudiosos concorda que a estrutura étnica/religiosa da população se manteve essencialmente inalterada desde os dias da ocupação bizantina (324CE - 640CE), e que a maioria dos habitantes era formada por cristãos ortodoxos gregos e por duas minorias: judeus e samaritanos. O número de árabes vivendo na Palestina era insignificante.

Os governantes omíadas (umayyad) não trabalharam uma colonização árabe do país nem a conversão de sua população, mas sim uma aculturação - a introdução da língua e cultura árabe, ao mesmo tempo em que protegiam a população local contra ataques de beduínos que prejudicavam a agricultura. Políticas de islamização quase não foram aplicadas, com apenas algumas exceções, como no tempo do califa Omar II (717-720). A aculturação (arabização) avançou mais rápido do que a islamização. Nenhuma mudança significativa na composição da população ocorreu e a maioria da população permaneceu cristã, com minorias judaicas e samaritanas.

Segunda onda, meados do século X até o século XI 
A segunda onda comecou na metade do século X e durou até a ocupação do país pelos cruzados, em 1099. Durante esses anos, os beduínos (tribos nômades árabes) dos desertos da Arábia, Transjordânia, do deserto sírio, Sinai e Egito invadiram o país e, gradualmente, se estabeleceram em aldeias abandonadas depois que eles roubaram e expulsaram os camponeses locais, muitos deles judeus. O país foi assentado em pequenos enclaves étnicos/religiosos: O norte da montanha Shomron tornou-se árabe, mas o sul e área de Jerusalém eram controlados pelos cristãos, assim como a Galiléia ocidental. A Galiléia oriental era judaica e as cidades ao longo da costa tornaram-se mistas, mas com uma maioria cristã.

A população durante o domínio dos cruzados (1099 -1260)
Durante a conquista, os cruzados massacraram grande parte da população, enquanto muitos outros fugiram. Durante o governo dos cruzados, o oeste da Galileia foi colonizado por cristãos enquanto o leste ficou com os judeus e com alguns enclaves árabes.

As montanhas da Samária foram ocupadas pelos árabes e pelos samaritanos, mas as montanhas da Judéia e a área ao redor de Jerusalém eram habitadas por uma maioria cristã, com alguns enclaves árabes.

A parte sul do país foi ocupada por beduínos, que eram nômades.

Das 470 mil pessoas que viviam na Terra Santa, os cristãos eram o maior grupo religioso, com cerca de 320 mil: 200 mil eram de origem síria-aramaica (não-árabes) e por volta de 120.000 eram cruzados.

A população durante o domínio mameluco (1260 - 1516)
Os mamelucos conquistaram a maior parte do país em 1260. Eles destruíram as cidades ao longo das margens do Mar Mediterrâneo entre os anos de 1260 - 1290. Estas cidades eram povoadas principalmente por cristãos de origem síria-aramaica. Muitos foram massacrados ou fugiram antes que o exército mameluco tivesse chegado. 

A população da Palestina diminuiu drasticamente devido a massacres, emigração dos cristãos, a peste negra e por causa da situação econômica.
Cristãos foram forçados a se converter ao Islã.

Terceira onda (século XVI - XVII)
A complicada situação econômica e a falta de segurança causou um novo êxodo da população, inclusive de muçulmanos.

Durante os séculos XVII - XVIII, a população tornou-se cada vez menor. Os viajantes americanos e europeus que visitaram o país descreveram terras inabitadas e sem cultivo.

A Quarta Onda (1832 - 1917)
A última - e maior - onda ocorreu do meio para o final do século XIX, e em 1948, quando o estado de Israel foi criado. 

Essa onda começou durante a conquista do país pelo filho de Muhammad Ali, entre 1832 e 1840. O Egito assentou dezenas de milhaes camponeses egípcios ao longo da costa e nos vales da Palestina . Além disso, árabes-muçulmanos foram convidados a ocupar o país pelos governantes otomanos. A tribo Zuabbian, de Irbid, na Transjordânia, foi convidada a se estabalecer no sul da Galiléia e no Vale de Izrael, em 1873. Os muçulmanos de outros países, como os curdos e circassianos, ocuparam o norte da Palestina.


Os historiadores se dividem quanto ao tamanho da população na véspera da conquista britânica da Palestina. As opiniões variam de 100.000 a 400.000, mas a maioria defende que a população árabe-muçulmana era de cerca de 250.000 pessoas.


A Quarta Onda (1917 - 1948)
A segunda parte da maior onda veio durante a ocupação do Mandato Britânico, entre 1917 e 1948, quando o estado de Israel foi fundado. Árabes e muçulmanos dos mais diversos países entraram ilegalmente na Palestina, primeiro sob controle dos turcos posteriormente durante o mandato britânico, a procura de oportunidades de emprego criadas pelo movimento sionista e pelo Mandato Britânico (1918-1948).


A população árabe da área de Sharon (entre Tel Aviv e Haifa, o centro dos assentamentos judaicos) cresceu de 10.000 para mais de 30.000 pessoas entre 1922 e 1940.
A população árabe do sul (entre Jaffa e a fronteira egípcia) cresceu mais de 200% entre os anos de 1917 e 1940. Cerca de 35 mil árabes de Hauran, no sul da Síria, vieram a procura de trabalho.


De 1870 a 1948, a população árabe cresceu 270%. Mesmo no Egito, o país árabe com a maior taxa de natalidade, o crescimento foi de apenas 105%, o que prova que uma parte significativa do crescimento da população árabe na Palestina veio da imigração. Em 1921, quando o governo britânico realizou o primeiro censo, o número de árabes e muçulmanos subiu para cerca de 500 mil pessoas. O censo britânico de 1931 incluiu cerca de 30 línguas diferentes faladas pela população muçulmana na Palestina. Eles eram trabalhadores imigrantes ilegais de diversos países árabes e muçulmanos. O alto índice de mortalidade infantil, a baixa expectativa de vida e a falta de serviços de saúde no país tornavam impossível um crescimento populacional de 270%.


Em suma, de aproximadamente 250 mil pessoas no final do século 19 - muitos deles beduínos (nômades) - a população árabe cresceu para cerca de 1,25 milhão em 1948. 
A alegação árabe de que eles são a população nativa da Palestina não tem base factual.

A origem das tribos, clãs e famílias árabes-palestinas


Abu Ghosh (أبو غوش‎): 
É o nome de uma família circassiana que se estabeleceu na Palestina no início do século XVI.

Alhafi (الحافي): 
Clã nativo da Península Arábica.

Arafat (عرفات): 
A família chegou em Gaza em meados do século XVII, vinda de Alepo, na Síria. 

Bardawil (البردويل), como Salah Bardawil, deputado de Gaza e membro do Hamas: Nativos do Egito. Da região onde se encontra o lago Bardawil, no norte da Península do Sinai.  

Barghouti (البرغوثي‎), como o terrorista Marwan Barghouti: 
Parte do clã árabe Bani Zaid, que chegou no século XII, quando Saladino derrotou os cruzados. 

Bushnak (بشناق):
Muçulmanos da Bósnia que, em sua grande maioria, partiram rumo a Palestina a partir de 1878, depois que o Império Austro-Húngaro ocupou a Bósnia e Herzegovina.

Dajani (الدجاني): 
Nativos da Arábia. Chegaram na Palestina no século XV, vindos da Espanha e do Norte da África.

Erekat (عريقات), como o Saeb Erekat, o negociador chefe da Autoridade Palestina: 
clã árabe da tribo Huwaitat, que é nativa do noroeste da Península Arábica. Chegou na Palestina apenas no século XIX.  

Fallouji (الفالوجي), como Imad al-Falloujiex-Ministro das Comunicações da Autoridade Palestina:
Tribo nativa da região de Hilla, no Iraque.  الفالوجي (al-Fallouji) é um sobrenome usado por aqueles que são nativos da cidade de Fallouja. 

Fayyumi (الفيومي), como Abdel Halim al-Fayyumi, terrorista do Hamas: 
Nativos da cidade de Fayyum, no Egito. 

Ghassan (غسان): 
Grupo árabe descendente da tribo Azd. Originalmente formado por politeístas que depois se converteram ao cristianismo. Chegou no Levante (Síria e Líbano) durante o século III. 

Hamuda (حموده): 
Nativos do local onde hoje estão Jordânia e Arábia Saudita 

Halabi (الحلبي), como o terrorista Muhannad Shafik Halabi
Nativos da cidade de Alepo (ﺣﻠﺐ‎ - Halab), na Síria. 

Hejazi (حجازي), como o terrorista Moataz Ibrahim Hijazi
Nativos de Hejaz, no oeste da Arábia Saudita. 

Hindi (الهندي), como o terrorista e chefe de inteligência da Autoridade Palestina Amin al-Hindi
Nativos da Índia.  الهندي (al-Hindi) significa "o indiano" em árabe.

Hourani (حوراني): 
Nativos de Houran, na Síria. Chegaram no século XX.

Husseini (الحسيني), como o mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini
Nativos da Arábia Saudita. Chegaram no século XII, depois que Saladino derrotou os cruzados.

Jabari (الجعبري): 
Nativos da Síria.

Khalil (الخليل): 
Clã árabe que vive em Nablus. A família é um ramo da tribo al-Zeitawi, que é nativa da cidade de Meca, na Arábia Saudita

Kurdi (الكردي), como o médico pessoal de Yasser Arafat, Ashraf al-Kurdi
Nativos do Iraque/Curdistão. Al-Kurdi (الكردي) significa "o curdo". 

Masri (المصري), como Mushir al-Masri, membro do parlamento do Hamas em Gaza: Nativos do Egito. Em árabe المصري (al-Masri) significa "o egípcio".

Mattar (مطر): 
Família nativa da região onde atualmente se encontra o Kuait.

Mughrabi (المغربي), como a terrorista Dalal Mughrabi:  
O significado da palavra Mughrabi (مغربي) é "marroquino".  

Murad (مراد): 
Nativos da Albânia. Chegaram na Palestina no século XVI. 

Nammari (النمري): 
Chegaram em Jerusalém durante a idade média, depois de serem expulsos da Espanha.

Nashashibi (النشاشيبي): 
Origem curda, turcomana ou árabe. ‎

Nusseibeh (نسيبة‎): 
A família árabe mais antiga em Jerusalém. Chegou no século VII, durante as invasões islâmicas. É parte da tribo Khazraj de Medina, na Arábia Saudita.

Qudwa (القدوة): 
A família chegou em Gaza em meados do século XVII, vinda de Alepo, na Síria. 

Radwan/Ridwan

Saliba (صليبا): 
Cristãos vindos da Grécia.

Sidawi (صيداوي), como o jogador de futebol Abdallah al-Sidawi:
Nativos da cidade de Sidon, no Líbano.

Shawish (شاويش): 
Família nativa da Arábia Saudita. Deixou Meca rumo ao Levante para combater os cruzados. O clã se estabeleceu em Jerusalém no século XIII

Tamimi (التميمي), como a terrorista Ahlam Tamimi
Parte da tribo Tamim, nativa da Arábia. 

Tarabelsi (الطرابلسي): 
Nativos de Trípoli, na Líbia (ou da cidade homônima no Líbano). 

Tarabin (ترابين): 
Nativos do leste da atual cidade de Meca, na Arábia Saudita.

Touqan (طوقان): 
Tribo nativa do norte da Arábia. Chegou em Nablus no século XII

Yamani (اليماني), como Issam al-Yamani, membro do grupo terrorista Frente Popular para a Libertação da Palestina: 
Nativos do Iêmen. Em árabe اليماني (al-Yamani) significa "o iemenita". 

Zeitawi (الزيتاوي): 
Tribo árabe nativa da cidade de Meca, na Arábia Saudita, que depois se estabeleceu no Marrocos e posteriormente em Nablus, no século XVI.

A tribo Al-Zeitawi consiste em 8 ramos menores:
  • al-Zaghab  (الزغب) 
  • al-Hamad  (الحمد)
  • al-Sharei (الشرع)
  • al-Khalil (الخليل)
  • al-Sheikh Saleh (الشيخ صالح)
  • Abdul Jaleel (عبدالجليل)
  • al-Eisa (العيسى) 
  • al-Sheikh Ahmed (الشيخ أحمد) 

Zubeidi (الزبيدي), como Zakaria Zubeidi, líder do grupo terrorista Brigadas de Mártires de Al Aqsa:
Membros da tribo árabe Zubeid. Nativos do Iêmen que migraram para o Iraque junto com as invasões islâmicas.

Zuabi (زعبي‎), como a parlamentar árabe-israelense Hanin Zoabi:
Tribo nativa da região onde atualmente se encontram as fronteiras entre a Jordânia, o Iraque e a Síria. Chegaram na Palestina há cerca de 200 anos.

sábado, 15 de novembro de 2014

Ahlam Tamimi relata a alegria que a morte de civis judeus trouxe para os árabes

Agosto de 2001. Ahlam Tamimi, uma jovem árabe de 20 anos estava assistindo a uma palestra em Jerusalém quando recebeu um telefonema. Era de um “chefe de comando” do Hamas que a conhecia e sabia de seu ódio a Israel e aos judeus. Convidou-a para um encontro, porque iria encarregá-la de uma “missão”.
Ahlam deixou a palestra pela metade e foi encontrar-se com o homem, que estava acompanhado de um estudante de Jenin, na Cisjordânia – região sob controle da Autoridade Palestina. Ele se chamava Izz al-Masri e era filho de um próspero dono de restaurante, mas se candidatara a ser “mártir da revolução” e a “encontrar-se com Alá”.
A jovem prontificou-se a cumprir sua parte na “missão”: vestir-se com roupas características de uma israelense, esconder com ela 10 quilos de dinamite e levar al-Masri a um determinado ponto da cidade.
Pouco depois, a “missão” chegava a seu término: numa pizzaria do centro de Jerusalém, repleta de clientes, al-Masri explodiu o próprio corpo, matando 15 pessoas e ferindo 140. Entre os mortos estavam 2 brasileiros, um senhor e uma senhora, ambos com 60 anos de idade: Giora Balash e Jorge Balasz.
Logo detida, julgada e condenada à prisão perpétua, Ahlam repetiu o refrão dos fanáticos palestinos: “Por que tenho que me arrepender? Não fiz nada errado. Não me arrependo”.
A terrorista foi libertada na troca de prisioneiros pelo soldado Gilad Shalit.

Neste vídeo Ahlam relata a felicidade que o seu ato hediondo trouxe para si e para os árabes israelenses que encontrou pelo caminho em Jerusalém:


Entrevistador: Dezesseis sionistas (judeus) foram mortos [no atentado que você ajudou a realizar]. Como foi o som da explosão?

Ahlam Tamimi: Foi muito alto.
O jihadista Barghouti fez um trabalho perfeito produzindo o violão [contendo a bomba]. E o resultado impressionou a todos, graças a Alá.

Depois, quando eu peguei o ônibus, os palestinos perto do local estavam todos sorrindo. Você podia sentir que estavam todos alegres. 

Quando eu entrei no ônibus ninguém sabia que eu tinha participado do atentado. O rádio falava do atentado na pizzaria Sbarro e todos os passageiros estavam se congratulando.

Informavam que havia três mortos, e eu confesso que fiquei um pouco desapontada, porque eu esperava que houvesse mais vítimas. Logo depois, informaram que o número tinha subido para cinco mortos. Eu queria esconder meu sorriso mas não pude me controlar. Alá seja louvado! Foi ótimo! 

Cada vez que o número de mortos subia os passageiros aplaudiam. 
Eles não sabiam que eu era uma das responsáveis. 

Na volta [para Ramallah], passamos por um posto da polícia palestina e os policiais estavam rindo. Um deles pôs a cabeça dentro do ônibus e disse: "Parabéns a todos nós!".
Todos estávamos felizes.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Agência da ONU "deplora" a morte de terrorista que trabalhava como jornalista

Em 29 de agosto a UNESCO publicou este comunicado à imprensa:
A diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, denunciou hoje o assassinato do jornalista palestino Abdullah Murtaja, que morreu em 25 de agosto. 
"Condeno o assassinato de Abdullah Murtaja", disse a diretora-geral. "Os jornalistas devem ser capazes de realizar o seu trabalho em condições de segurança e seu status civil precisa ser respeitado em todos os momentos. A sociedade precisa ser informada dos acontecimentos, ainda mais quando se vive na sombra do conflito".

Aqui podemos ver o vídeo de despedida (prática comum entre terroristas árabes-palestinos) de Abdullah Murtaja. Ele é chamado de "mártir da mídia". 
O "jornalista", que trabalhava para o canal al-Aqsa (do Hamas), também era membro das Brigadas al-Qassam. 

Este é o homem cuja a morte a UNESCO "deplorou". Segundo a  agência da ONU ele era apenas um jornalista que deveria "ser capaz de realizar o seu trabalho em condições de segurança" e que deveria ter "seu status civil [...] respeitado em todos os momentos":