sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

ONG de direitos humanos diz que terrorista morto por Israel era um jornalista

Da ONG Palestinian Center for Human Rights:

عزت سلامة ضهير وهو صحفي حر، 23 عاماً
"Ezzat Salama Duheir, um jornalista freelance de 23 anos de idade"

O "jornalista":

Mais uma foto de 'Izzat Salama (retirada do Facebook das Brigadas al-Quds):

ONG de direitos humanos omite que "criança" de 17 anos morta por Israel era um terrorista da Jihad Islâmica

No dia 30 de julho a ONG Palestinian Center for Human Rights (PCHR) publicou o seguinte:
Por volta das 18h30, um drone israelense disparou um míssil contra um carro em Bani Suhaila. Como resultado, quatro civis palestinos, incluindo duas crianças, foram mortos: Mohammed Mustafa Abu Shawqi Hammad, 26; Ahmed Ismail Mohammed Abu Hammad, 31; Mohammed Mustafa Ismail Abu Hammad, 14; e Muhannad Ashraf Ismail al-Qarra, 17.

O nome de Muhannad al-Qarra consta como uma das "crianças" mortas por Israel na última guerra em Gaza, mas a verdade é que ele era um membro do grupo terrorista Jihad Islâmica: 



Em seu obituário, publicado pelo grupo terrorista Brigadas al-Quds, ficamos sabendo que Muhannad era um membro das Brigadas Saraya (da Jihad Islâmica), que muitos membros de sua família foram terroristas mortos por Israel e que durante a última guerra Muhannad transportava armas para terroristas em diferentes locais em Gaza. 
Seu irmão ainda conta sobre como Muhannad sempre falava sobre expulsar os judeus da terra.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Escolas da ONU ensinam que Israel não existe e glorificam o terrorismo

O dr. Arnon Groiss, um jornalista israelense com PHD em Estudos Islâmicos da Universidade de Princeton, conduziu uma pesquisa nos livros didáticos usados em escolas primárias e secundárias da UNRWA - órgão da ONU que serve os árabes palestinos, financiado com 1.2 bilhão de dólares por ano de governos ocidentais. 

Alguns exemplos das descobertas feitas por Groiss: 

Retirando Israel do Levante:
O território do Levante [Bilad al-Sham em árabe] atualmente compreende os seguintes estados: 
1 - Palestina 
2 - O Reino Hachemita da Jordânia 
3 - A República do Líbano   
4 - A República Árabe da Síria 
(História das civilizações antigas, quinta série (2004) p. 30) 

A Palestina toma o lugar de Israel: 

Lição 4: A Palestina é árabe e muçulmana 
O povo palestino é parte da nação árabe-muçulmana
(Educação Nacional, segunda série, parte 1 (2007) página 16) [Edição mais recente deste livro]


A criação de Israel, fundamentada na Resolução de Partilha da ONU (1947), é definida como "ocupação" pelos livros didáticos da própria ONU:  



Ocupação israelense: 
Um desastre recaiu sobre a sociedade palestina em 1948, pelas mãos das organizações sionistas, enquanto a maioria dos palestinos foi forçada a emigrar da sua terra, e o Estado de Israel foi criado em parte da Palestina...
(Educação Nacional, quinta série (2013), p. 30)


Livros da ONU defendem o uso da violência:  


Vou conciliar as seguintes linhas poéticas com os sentimentos que elas expressam: 
"Uma manhã de glória e liberdade vermelha regada pelo sangue dos mártires..." [canto inferior direito] 
"A esperança pela libertação da Palestina" [segundo item à esquerda] 
(Leitura e Textos, nona série, Parte 1 (2013), pp. 9-10, 12)


Livro didático da ONU usa terroristas suicidas como modelos positivos: 


O Mártir [Trechos] 
Vou levar minha alma na minha mão e lançá-la no abismo da destruição
[Que seja] uma vida que encante um amigo ou uma morte que enfureça os inimigos 
[Versículos 1 e 2]
Ouvir o embate [das armas] é agradável ao meu ouvido
E o sangue jorrando alegra minha alma
Assim como partes do corpo jogadas no chão
Em escaramuças com os predadores do deserto
 [Os versículos 6 e 7]
Por sua vida! Esta é a morte dos homens
E quem quer que peç
a por uma morte nobre - aqui está! [Verso 10]
(A nossa bela língua, sétima série, Parte 1 (2013), p. 75) 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Talibã traz tradição islâmica para provar que o massacre de mais de 130 crianças em uma escola é um ato que está em conformidade com as doutrinas do Islã

Pelo menos 141 pessoas morreram, a maioria crianças e adolescentes, e 125 ficaram feridas em um recente ataque terrorista contra uma escola na cidade de Peshawar, no noroeste do Paquistão. Entre os mortos, 132 são estudantes. Nove funcionários também morreram. 

O porta-voz do Talibã, Muhammad Khorasani, justificou o massacre usando um ato similar cometido pelo profeta Maomé -- o massacre da tribo judaica Qurayzah, na Arábia:


Os Mujahidin (guerreiros santos) foram instruídos a só matar as crianças mais velhas. 
O ataque em Peshwara está em completo acordo com os ensinamentos do Profeta, porque quando o Profeta matou a tribo judaica de Banu Quarayza, ele impôs a mesma diretriz: que apenas as crianças que têm o cabelo abaixo de seu umbigo (pêlos pubianos) podem ser mortas. 
O assassinato de mulheres e crianças também está de acordo com os ensinamentos do Profeta. Aqueles que se opõem a esta alegação podem consultar Sahih Bukhari, Volume 5, Hadith 148. 
  Esta informação foi publicada por Hindol Sengupta, editor do Fortune India. 

Narrated Abu Said Al-Khudri:
Some people (i.e. the Jews of Bani bin Quraiza) agreed to accept the verdict of Sad bin Muadh so the Prophet sent for him (i.e. Sad bin Muadh). He came riding a donkey, and when he approached the Mosque, the Prophet said, “Get up for the best amongst you.” or said, “Get up for your chief.” Then the Prophet said, “O Sad! These people have agreed to accept your verdict.” Sad said, “I judge that their warriors should be killed and their children and women should be taken as captives.” The Prophet said, “You have given a judgment similar to Allah’s Judgment (or the King’s judgment).”

Clérigo da universidade al-Azhar: "atentados suicidas estão entre os atos que mais agradam a Alá"

A universidade al-Azhar (جامعة الأزهر), fundada no ano de 970, no Egito, é a mais importante instituição de ensino religioso do mundo islâmico.

O clérigo do vídeo, Hashem Islam Ali Islam, faz parte do comitê de Fatwas (decisões legais emitidas por um especialista em lei religiosa) da universidade.



Eu digo para as pessoas que se opõem a operações de martírio (atentados suicidas) que as operações de martírio estão entre as ações que mais agradam a Alá.  Elas constituem um dever religioso nos dias de hoje, a fim de atingir o inimigo sionista.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

"3º local mais sagrado para o Islã": muçulmanos fazem concurso de dança no Monte do Templo

O Monte do Templo -- o lugar mais sagrado para a religião judaica e onde foi construído o Templo de Salomão -- está sob controle do Waqf (organização religiosa muçulmana), que restringe a entrada de não-muçulmanos sob a alegação de que sua presença "profana" o local.

Neste video podemos ver muçulmanos dançando/lutando capoeira no Monte do Templo/Esplanada das Mesquitas:

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

الفلسطينيون في سوريا




ليش عم تبكي؟
على حالنا ياللي ما حد حاسس بينا. حسبنا الله ونعم الوكيل. الفصائل، الفصائل، الله لا يسامحهن. محو كلمة فلسطين، محو حق العودة، محو أي كل اشي بمس الفلسطينين.انحمى كلو انمحى ........ انشطبن كلو راح
أطفال عم بتموت من الجوع، ما ماتوا من القذائف، عم بيموتوا من الجوع.. حسبنا الله ونعم الوكيل. 
لبنتها: يا عمري ، لا يا عمري ، لا يا أمي ، لا يا حبيبتي ، لا يا عمري
__________________________________________

ما بدنا احنا لا فلسطين ولا غيره، احنا بدنا يفتحولنا الطريق، وما عد بدنالا سلاتن ولا غيره، إحنا عم بنطالب هلق بالجنسية الإسرائيلية، ما عد بدنا لا حق عودة ولا غيره، بعناها لفلسطين. أصلاً ما بنعرف عنها شي. بس، لا بدنا لا محمود عباس. المسلمين... مليار وتلات مية مليون، ما طالع بايدن شي. لو في طفل إسرائيلي بمخيم اليرموك، كانت اتحلت قضيته من زمان. من أول أسبوع كان المسلمين هنـى حلُّوه. بس المسلمين هلا ما دخلن بشي.
أصلاً ما في مسلمين بالأساس. هذا بس كل ياللي بدِّي أوَصلن اياه للمسلمين ولمحمود عباس ولكل شي بقول انا رئيس وانا 
غيره
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حسبنا الله ونعم الوكيل عليك يا عرب فلسطيني، والله مو..هذا مو مؤمن ما بيخاف من رب العالمين. صارلنا تلت سنين عم بناكل بازاليا معفنة، بنحكي الحمد لله. وخالنـا عم يروح تحت الخنس عشان يروح... عشان يروح يجيبلنا لقمة أكل. عشان الأطفال وروح شوف الناس. كِلاّ صار جفاف. حسبنا الله ونعم الوكيل.
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نحنا بدنا خيز، دايما بيقلولنا بدهم يفوتو المساعدات يوم السبت ، الساعة تسعة بنروح لنجيب المساعدات ما بنلاقي حدا ، بيكذبوا علينا، بفتحو اشتباكات، بناكل أعشاب بتسمم يعني أعشاب كتيرة بتسمم، كل يوم بيقلولنا بدنا نطلع المرضى،المرضى بروحو يركضو تيطلعو، بطخوهن


وافقت إسرائيل على إعادة توطين اللاجئين في الضفة والقطاع شريطة التوقيع على وثيقة التخلي عن المطالبات بالعودة إلى إسرائيل، رفض عباس هذا الشرط،.


وافقت إسرائيل على إعادة توطين اللاجئين في الضفة والقطاع شريطة التوقيع على وثيقة التخلي عن المطالبات بالعودة إلى إسرائيل، رفض عباس هذا الشرط وقال: من الأفضل أن يموت اللاجئ في سورية، من التخلي عن حقه في العودة.
أعلنت "مجموعة العمل من أجل فلسطينيي سورية"، أن عدد الضحايا الفلسطينيين في سورية، بلغ 2402 لاجئ فلسطيني قضوا خلال حرب النظام في سورية، وذلك حسب إحصائياتها الموثقة حتى نهاية يوليو/تموز 2014.

ووفقاً للمجموعة، فقد قضى 2365 لاجئاً فلسطينياً داخل سورية، و37 خارجها. أما داخل سورية، فقد سُجل مقتل 1627 لاجئاً فلسطينياً قضوا داخل المخيمات والتجمعات الفلسطينية، و693 لاجئاً قضوا خارج مخيماتهم وتجمعاتهم.
وقضى 1069 لاجئاً فلسطينياً في مدينة دمشق، و643 في ريف دمشق، و269 في درعا، و147 في حلب، و75 في حمص، و32 في اللاذقية، و47 في مناطق حدودية وبين المحافظات السورية، و29 في القنيطرة، و32 في حماه، و19 في ادلب، واثنان في السويداء، ولاجئ واحد في يبرود.
وذكرت المجموعة أن 1627 لاجئاً فلسطينياً قضوا إثر استهداف مخيماتهم بشكل مباشر، إذ مات في مخيم اليرموك 943 لاجئاً، وفي مخيم درعا 185 لاجئاً، وفي مخيم الحسينية 98 لاجئاً، وفي مخيم خان الشيح بريف دمشق 82 لاجئاً، وفي مخيم السبينة 58 لاجئاً، وفي مخيم النيرب في حلب 56 لاجئاً، وفي مخيم السيدة زينب 40 لاجئاً.
كما قضى في "مخيم العائدين" في حمص، 32 لاجئاً، وفي مخيم حندرات في حلب 34 لاجئاً، وفي تجمع المزيريب في درعا 21 لاجئاً، وفي مخيم العائدين في حماه 21 لاجئاً، وفي مخيم جرمانا 22 لاجئاً، وفي مخيم الرمل في اللاذقية 16 لاجئاً، وفي مخيم خان دنون 12 لاجئاً، وفي تجمع الذيابية ستة لاجئين، ولاجئ في ركن الدين.
وأوضحت المجموعة أن 961 لاجئاً فلسطينياً قضوا بسبب أعمال القصف، بينهم 33 لاجئاً قضوا إثر استهداف مناطق سكنهم بالسلاح الكيماوي، و473 بسبب الاشتباكات المسلحة، و260 قضوا برصاص قناصة، و221 قضوا تحت التعذيب.
كذلك قضى 154 لاجئاً نتيجة نقص الغذاء والرعاية الطبية بسبب الحصار على مخيم اليرموك. و84 لاجئاً أعدموا ميدانياً، و57 لاجئاً لأسباب أخرى (ذبح، اغتيال، أزمات صحية، حرق، أو بالسلاح الأبيض)، و61 لاجئاً قضوا إثر التفجيرات، و43 قضوا لأسباب مجهولة إذ وثقت حالة الوفاة دون تفاصيل، و35 لاجئاً قضوا بعد خطفهم من جهات مجهولة، و26 لاجئاً قضوا غرقاً.
وفي خارج سورية، قضى 37 لاجئاً فلسطينياً، منهم 35 أثناء محاولتهم الوصول إلى البلدان الأوروبية هرباً من الأوضاع في سورية.
وحسب إحصائيات المجموعة، قضى 15 لاجئاً فلسطينياً في مصر، و6 لاجئين في اليونان، و6 لاجئين في مالطا، و4 لاجئين في لبنان، واثنان في ايطاليا، ولاجئ في تركيا، ولاجئ في ليبيا، واثنان قضيا في قطاع غزة إثر قصف قوات الاحتلال الإسرائيلي لمنازل المدنيين.

كم عدد المدنيين الذين قتلوا في غزة؟


إن موت أي إنسان بريء بشكل عنيف يشكل مأساة بحد ذاتها، حتى لو كان القتل غير متعمّد وضمن قوانين الحرب. وللأسف، من شبه المؤكد أن قطاع غزة شهد المئات من هذه المآسي في النزاع الأخير. إلا أن آراء المحللين تتفاوت بدرجة كبيرة حول عدد الضحايا الفلسطينيين الذين كانوا في الحقيقة من المدنيين.

تتفاقم هذه التناقضات بسبب المصادر الذاتية للمعلومات والتحقيقات الصحفية المنحازة أو الخاضعة للترهيب، فضلاً عن "ضباب الحرب" المعتاد. على سبيل المثال، استغرق الأمر حوالي عامين - بعد المواجهة العسكرية الكبيرة السابقة بين «حماس» وإسرائيل، بين كانون الأول/ديسمبر 2008 و كانون الثاني/يناير 2009 - لكي يعترف وزير الداخلية في حكومة «حماس» فتحي حمد بأن حوالي نصف الضحايا الفلسطينيين الذين بلغ عددهم بين 1200 و1400 قتيل في ذلك الصراع، كانوا من المقاتلين. وكان ذلك مخالفاً تماماً لتقارير «حماس» السابقة وادعاءات وسائل الإعلام الدولية. وبالمثل، في أعقاب ذلك الصراع وعملية "الدرع الواقي" في عام 2002، تم في وقت لاحق التشكيك في موثوقية العدد الأولي للوفيات المدنية الذي قدمه "المركز الفلسطيني لحقوق الإنسان"، حتى إن ذلك العدد قد سُحب، كما ورد في مقالة نشرتها سيمونا واينغلاس في مجلة "نيو ريپبليك" بتاريخ 6 أيار/مايو 2009.

وفي الجولة القتالية الأخيرة، أعطى المسؤولون الإعلاميون في «حماس» تعليمات واضحة باعتبار كل ضحية "مواطن بريء"، بغض النظر عن الحقائق. ففي 17 تموز/يوليو، نشرت وزارة الداخلية في حكومة «حماس» شريط فيديو وردت فيه التعليمات التالية: "من قُتل أو استشهد يحمل صفة مواطن من غزة من فلسطين، قبل أن نتحدث عن مكانه الجهادي أو رتبته العسكرية. لا تنسى أن تضيف دوماً "مواطن بريء" أو "innocent citizen"  لتصف الذين قتلوا في العدوان على غزة بعد الغارة الإسرائيلية ". إلى جانب ذلك، بثت "قناة الأقصى الفضائية" في غزة هذا الإعلان الجدير بالملاحظة في 10 آب/أغسطس: "حتى المجاهدون في ساحة المعركة هم في الواقع مدنيون فلسطينيون يؤدون واجباتهم الدينية والوطنية. لذا، نقول "سيارة مدنية"، أو "هدف مدني" وهلم جرا، لأنه ليس لدينا جيش نظامي ولا أهداف عسكرية حقيقية، كما يحاول الإحتلال أن يدّعي في حملته الدعائية" (كما ذكرت مجموعة "مراقبة الإعلام الفلسطيني").

يُشار إلى أن مثل هذه التلاعبات اللغوية تُذكّر بالقول المأثور الإنجليزي الأمريكي العظيم: "هناك ثلاثة أنواع من الأكاذيب: الأكاذيب، والأكاذيب اللعينة، والإحصائيات". أو بصريح العبارة، وفق ما خلص إليه رئيس الإحصائيات في القناة البريطانية الإخبارية "بي بي سي نيوز" في 11 آب/أغسطس، "من الصعب أن نحدد في هذه المرحلة على وجه اليقين عدد المدنيين والمقاتلين من القتلى المدنيين في غزة".


تباين جديد في عدد الوفيات المدنيين

وفقاً لوكالة "معاً" الإخبارية، في 18 آب/ أغسطس، أصدرت «حماس» بياناً أشارت فيه إلى أنه من بين ضحايا الحرب الذين يبلغ عددهم 2016 قتيلاً، كان 44 بالمائة منهم من النساء أو الأطفال أو الرجال الكبار في السن. إلا أنه وفي اليوم نفسه، يبدو أن أحدث تقرير صدر عن "مكتب الأمم المتحدة لتنسيق الشؤون الإنسانية"، المرتكز أيضاً بشكل أولي على ما يبدو على تقارير صادرة عن وزارة الصحة في حكومة «حماس»، أفاد بأن 72 بالمائة من القتلى هم من المدنيين. وقد حذر تقرير "مكتب الأمم المتحدة لتنسيق الشؤون الإنسانية" من أن "البيانات حول الوفيات وتدمير الممتلكات ... تقوم على معلومات أولية، وقد تخضع للتغيير بناءً على مزيد من التحقق"، معترفاً بذلك بصعوبة تقييم إنتماءات الذين قتلوا خلال الشهر الماضي. وبالإضافة إلى ذلك، أخبر ممثل عن "مفوضية الأمم المتحدة السامية لحقوق الإنسان" مؤخراً شبكة الـ "بي بي سي" بأن جهود الوكالة "تركزت بشكل أساسي على تسجيل الضحايا"، وليس تحديد إن كانوا من المدنيين أو المقاتلين.

وفي سياق منحرف مشابه، أعلن "المركز الفلسطيني لحقوق الإنسان" أن عدد القتلى المدنيين بلغ 1670، أي ما يمثل 83 بالمائة من إجمالي عدد الوفيات. وعلى عكس ذلك، ذكر "جيش الدفاع الإسرائيلي" أن عدد الوفيات من بين المقاتلين بلغ 1068، أي غالبية إجمالي القتلى، مما يعني أن معدل القتلى المدنيين هو أقل من 50 بالمائة ووقوع خسارة قتالية كبيرة في صفوف مقاتلي «حماس».

ويُعزى هذا الاختلاف الكبير في هذه الأعداد بشكل جزئي إلى صعوبة أساسية في أي من هذه الحسابات، وهي التعريف. فوفقاً لتقرير وكالة أنباء "اسوشيتيد برس" الأمريكية الصادر في 8 آب/أغسطس من قبل كارين لوب ويسر الحلو، يعرّف "المركز الفلسطيني لحقوق الإنسان" بأن المدني هو "أي شخص لا يشارك بشكل فعّال في عملية عسكرية ... بمن فيهم مقاتل من «حماس» لقي مصرعه في منزله بينما كان يأخذ استراحة". وعلى عكس ذلك، يبدو أن تعريف "جيش الدفاع الإسرائيلي" للمدنيين هو أضيق، إذ يعتبر أنهم أولئك غير المنضمين إلى المنظمات العسكرية أو الإرهابية. ويُذكر أن المنظمة الإسرائيلية لمراقبة حقوق الإنسان، "بتسيلم"، التي غالباً ما تنتقد الحكومة، تُعّرف المدنيين بشكل ديموغرافي على أنهم "النساء، والأطفال، والرجال الذين تبلغ أعمارهم أكثر من ستين عاماً". ومما لا يثير الدهشة، أنه في حين يعلن "المركز الفلسطيني لحقوق الإنسان" أن 83 بالمائة من جميع الضحايا كانوا من المدنيين، لم تتحدث منظمة "بتسيلم" سوى عن نصف تلك النسبة، أي حوالي 40 بالمائة.
يُشار إلى أن هذه النسبة الأخيرة تتماشى تقريباً مع تقرير لصحيفة "نيويورك تايمز" في 5 آب/أغسطس، الذي بيّن أن ثلث القتلى المعروفة أعمارهم كانوا من النساء أو الأطفال دون سن الخامسة عشرة. وعلى العكس من ذلك، أظهرت البيانات التي تم تحليلها في سياق التقرير زيادة هائلة في تمثيل الرجال الذين تتراوح أعمارهم ما بين عشرين وتسعة وعشرين عاماً، ومن المرجح أن يكون معظمهم من المقاتلين. أي أن هذه الفئة من السكان تشكل 9 بالمائة فقط من سكان قطاع غزة، ولكن 34 بالمائة من الوفيات.
التطلع للمرحلة القادمة
في نهاية المطاف، لا يمكن لعدد الضحايا المدنيين من الجانبين أو نسبتهم فقط تحديد الصواب من الخطأ، أو حتى قدر المسؤولية المترتبة عن مذبحة بهذا الحجم. ومع ذلك، يتطلب الوضع، كحد أدنى، تقييماً للادعاءات المتضاربة حول حجم تلك الخسائر. وفي هذه الحالة، ووفق أي تقدير، فإن عدة مئات من المدنيين الفلسطينيين على الأقل قد قتلوا في خضم المعركة. إنها مأساة فعلاً. إلا أن نظرة فاحصة على الأدلة تشير حتى الآن إلى أن مئات من الوفيات الأخرى - ربما نحو نصف العدد الإجمالي، كما حدث بين عامي 2008 و2009 - لم يكونوا من المدنيين على الإطلاق، بل من مقاتلي «حماس» وغيرها من الجماعات المتشددة.
ولا بد من الإشارة هنا إلى أهمية هذا الأمر، ليس فقط من أجل الحكم عند استعادة الأحداث، ولكن أيضاً لكي يشكّل مرجعاً في المستقبل، لا سيما فيما يتعلق بمواصلة تقليص عدد الضحايا المدنيين في حال اندلاع جولة أخرى من القتال. ويشير التحليل الوارد أعلاه إلى أنه لا يجب أن يشكل هذا الأمر هدفاً ميؤوساً منه كما يظن البعض، على الرغم من الظروف المزدحمة جداً في غزة. إن الفصل الصارم بين المواقع العسكرية والمدنية (كما حددها جيفري وايت في المرصد السياسي 2305 بتاريخ 13 آب/أغسطس بعنوان، "ستة طرق يمكن لـ «حماس» أن تحد بواسطتها من عدد الضحايا المدنيين في غزة")، وفي المقابل وضع قواعد صارمة للاشتباك العسكري، يمكن أن يؤديان إلى تخفيض الخطر على المدنيين بنسبة أكبر. وفي هذا السياق، يتوجب على المسؤولين الفلسطينيين أن يحثوا المدنيين على الاصغاء إلى التحذيرات الإسرائيلية بإخلاء المناطق المستهدفة بدلاً من حثهم على "المقاومة". وبطبيعة الحال، إن أفضل سبيل لمنع سقوط ضحايا من أي نوع هو عدم شن حرب في المقام الأول.
تباين جديد في عدد الوفيات المدنيين
وفقاً لوكالة "معاً" الإخبارية، في 18 آب/ أغسطس، أصدرت «حماس» بياناً أشارت فيه إلى أنه من بين ضحايا الحرب الذين يبلغ عددهم 2016 قتيلاً، كان 44 بالمائة منهم من النساء أو الأطفال أو الرجال الكبار في السن. إلا أنه وفي اليوم نفسه، يبدو أن أحدث تقرير صدر عن "مكتب الأمم المتحدة لتنسيق الشؤون الإنسانية"، المرتكز أيضاً بشكل أولي على ما يبدو على تقارير صادرة عن وزارة الصحة في حكومة «حماس»، أفاد بأن 72 بالمائة من القتلى هم من المدنيين. وقد حذر تقرير "مكتب الأمم المتحدة لتنسيق الشؤون الإنسانية" من أن "البيانات حول الوفيات وتدمير الممتلكات ... تقوم على معلومات أولية، وقد تخضع للتغيير بناءً على مزيد من التحقق"، معترفاً بذلك بصعوبة تقييم إنتماءات الذين قتلوا خلال الشهر الماضي. وبالإضافة إلى ذلك، أخبر ممثل عن "مفوضية الأمم المتحدة السامية لحقوق الإنسان" مؤخراً شبكة الـ "بي بي سي" بأن جهود الوكالة "تركزت بشكل أساسي على تسجيل الضحايا"، وليس تحديد إن كانوا من المدنيين أو المقاتلين.
وفي سياق منحرف مشابه، أعلن "المركز الفلسطيني لحقوق الإنسان" أن عدد القتلى المدنيين بلغ 1670، أي ما يمثل 83 بالمائة من إجمالي عدد الوفيات. وعلى عكس ذلك، ذكر "جيش الدفاع الإسرائيلي" أن عدد الوفيات من بين المقاتلين بلغ 1068، أي غالبية إجمالي القتلى، مما يعني أن معدل القتلى المدنيين هو أقل من 50 بالمائة ووقوع خسارة قتالية كبيرة في صفوف مقاتلي «حماس».
ويُعزى هذا الاختلاف الكبير في هذه الأعداد بشكل جزئي إلى صعوبة أساسية في أي من هذه الحسابات، وهي التعريف. فوفقاً لتقرير وكالة أنباء "اسوشيتيد برس" الأمريكية الصادر في 8 آب/أغسطس من قبل كارين لوب ويسر الحلو، يعرّف "المركز الفلسطيني لحقوق الإنسان" بأن المدني هو "أي شخص لا يشارك بشكل فعّال في عملية عسكرية ... بمن فيهم مقاتل من «حماس» لقي مصرعه في منزله بينما كان يأخذ استراحة". وعلى عكس ذلك، يبدو أن تعريف "جيش الدفاع الإسرائيلي" للمدنيين هو أضيق، إذ يعتبر أنهم أولئك غير المنضمين إلى المنظمات العسكرية أو الإرهابية. ويُذكر أن المنظمة الإسرائيلية لمراقبة حقوق الإنسان، "بتسيلم"، التي غالباً ما تنتقد الحكومة، تُعّرف المدنيين بشكل ديموغرافي على أنهم "النساء، والأطفال، والرجال الذين تبلغ أعمارهم أكثر من ستين عاماً". ومما لا يثير الدهشة، أنه في حين يعلن "المركز الفلسطيني لحقوق الإنسان" أن 83 بالمائة من جميع الضحايا كانوا من المدنيين، لم تتحدث منظمة "بتسيلم" سوى عن نصف تلك النسبة، أي حوالي 40 بالمائة.
يُشار إلى أن هذه النسبة الأخيرة تتماشى تقريباً مع تقرير لصحيفة "نيويورك تايمز" في 5 آب/أغسطس، الذي بيّن أن ثلث القتلى المعروفة أعمارهم كانوا من النساء أو الأطفال دون سن الخامسة عشرة. وعلى العكس من ذلك، أظهرت البيانات التي تم تحليلها في سياق التقرير زيادة هائلة في تمثيل الرجال الذين تتراوح أعمارهم ما بين عشرين وتسعة وعشرين عاماً، ومن المرجح أن يكون معظمهم من المقاتلين. أي أن هذه الفئة من السكان تشكل 9 بالمائة فقط من سكان قطاع غزة، ولكن 34 بالمائة من الوفيات.
التطلع للمرحلة القادمة
في نهاية المطاف، لا يمكن لعدد الضحايا المدنيين من الجانبين أو نسبتهم فقط تحديد الصواب من الخطأ، أو حتى قدر المسؤولية المترتبة عن مذبحة بهذا الحجم. ومع ذلك، يتطلب الوضع، كحد أدنى، تقييماً للادعاءات المتضاربة حول حجم تلك الخسائر. وفي هذه الحالة، ووفق أي تقدير، فإن عدة مئات من المدنيين الفلسطينيين على الأقل قد قتلوا في خضم المعركة. إنها مأساة فعلاً. إلا أن نظرة فاحصة على الأدلة تشير حتى الآن إلى أن مئات من الوفيات الأخرى - ربما نحو نصف العدد الإجمالي، كما حدث بين عامي 2008 و2009 - لم يكونوا من المدنيين على الإطلاق، بل من مقاتلي «حماس» وغيرها من الجماعات المتشددة.
ولا بد من الإشارة هنا إلى أهمية هذا الأمر، ليس فقط من أجل الحكم عند استعادة الأحداث، ولكن أيضاً لكي يشكّل مرجعاً في المستقبل، لا سيما فيما يتعلق بمواصلة تقليص عدد الضحايا المدنيين في حال اندلاع جولة أخرى من القتال. ويشير التحليل الوارد أعلاه إلى أنه لا يجب أن يشكل هذا الأمر هدفاً ميؤوساً منه كما يظن البعض، على الرغم من الظروف المزدحمة جداً في غزة. إن الفصل الصارم بين المواقع العسكرية والمدنية (كما حددها جيفري وايت في المرصد السياسي 2305 بتاريخ 13 آب/أغسطس بعنوان، "ستة طرق يمكن لـ «حماس» أن تحد بواسطتها من عدد الضحايا المدنيين في غزة")، وفي المقابل وضع قواعد صارمة للاشتباك العسكري، يمكن أن يؤديان إلى تخفيض الخطر على المدنيين بنسبة أكبر. وفي هذا السياق، يتوجب على المسؤولين الفلسطينيين أن يحثوا المدنيين على الاصغاء إلى التحذيرات الإسرائيلية بإخلاء المناطق المستهدفة بدلاً من حثهم على "المقاومة". وبطبيعة الحال، إن أفضل سبيل لمنع سقوط ضحايا من أي نوع هو عدم شن حرب في المقام الأول.

1 em cada 4 palestinos tem uma opinião positiva do Estado Islâmico; 36% tem uma opinião negativa, mas só "até certo ponto"

A pesquisa foi conduzida pelo Arab Center for Research and Policy Studies, sediado em Doha, no Qatar.
  • 4% dos palestinos tem uma visão positiva do Estado Islâmico
  • 20% tem uma visão positiva até certo ponto
  • 36% tem uma visão negativa até certo ponto
  • 36% tem uma visão negativa do grupo terrorista 
  • 3% não respondeu 

Os árabes-palestinos são, de longe, os maiores apoiadores do Estado Islâmico entre os pesquisados. O Líbano é onde ele é mais repudiado: 98% dos entrevistados tem uma visão negativa do grupo terrorista islâmico.

Na média entre todos os pesquisados, 11% tem uma visão positiva/muito positiva do Estado Islâmico, enquanto outros 13% tem uma visão negativa até certo ponto. Ou seja, dezenas de milhões de pessoas nos países muçulmanos pesquisados tem uma visão positiva, e um número ainda maior tem uma visão negativa, mas só "até certo ponto", de um grupo que comete massacres, que escraviza e estupra mulheres, que corta a cabeça dos que se recusam a se converter e que expulsa ou mata qualquer um que não seja muçulmano. 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Ativista palestino em carta para Malala: Doar dinheiro para a ONU é o mesmo que doar para o islamismo radical

Malala Yousafzai, a menina paquistanesa que ganhou o prêmio Nobel após ser alvejada pelo Talibã -- por insistir em frequentar a escola --, prometeu doar para Gaza uma parte do dinheiro recebido junto com o Nobel.   

Ao saber disso, o ativista de direitos humanos palestino Bassam Eid escreveu uma carta aberta para a menina:
Prezada Malala, 
Vemos que você recebeu o Prêmio Nobel da Paz esta semana em honra de sua atividade pela paz no Paquistão. 
Parabéns pela sua coragem e por não ter medo de lutar contra o Islã radical em sua nação. 
Escrevo estas palavras como um orgulhoso companheiro muçulmano. Eu sei como é difícil com tantos obstáculos no seu caminho e, por essa razão, precisamos apoiá-la. Estamos muito orgulhosos de você.
Eu aprecio a sua decisão de contribuir com o seu prêmio em dinheiro para os filhos de refugiados palestinos em Gaza, porque eles realmente precisam de sua ajuda. No entanto, devo informá-la que se você quiser fazer essa doação, por favor, venha aqui para fazê-la em pessoa, e não através da UNRWA - Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina. 
Se você enviar fundos através da UNRWA, as crianças refugiadas palestinas nunca se beneficiarão, porque os fundos da UNRWA em Gaza acabam nas mãos do Islã radical.
Você está convidada para a minha casa e minha comunidade em Jerusalém. Vamos organizar uma viagem para que você vá para Gaza para conhecer crianças de escolas e para ajudá-la a contribuir com seu presente diretamente para as crianças que precisam de sua ajuda.
Aqui estão os fatos: 
Que lançadores de foguetes tenham sido encontrados em instalações da ONU não foi nenhuma surpresa. Quinze anos atrás, os funcionários da UNRWA baseados em Gaza realizaram eleições para escolher os seus dirigentes sindicais. O Hamas se aproveitou da campanha e assumiu todo o sistema escolar. Em 2012, mais de 90% dos funcionários da UNRWA se tornaram simpatizantes do Hamas.
Como resultado do golpe, o Hamas criou todo um aparato cuja missão era manter o seu controle sobre todas as escolas da UNRWA baseadas em Gaza.
A organização al-Kutla al-Islamiya (o Bloco Islâmico) mudou o currículo escolar e introduziu novos livros didáticos. Quem quer olhe o assunto verá uma organização divulgando sua ideologia letal para jovens moradores de Gaza.
A tomada da UNRWA foi um "trabalho interno" realizado pelos representantes que o Hamas designou para cada escola, cujo trabalho é recrutar estudantes para o Bloco Islâmico. Isso garante que as escolas da UNRWA tenham programas que preparam os alunos para a luta armada contra Israel.
Isso envolve o aliciamento de crianças como "aspirantes a shahids" (mártires/terroristas suicidas) e a lavagem cerebral em favor do inatingível "direito de retorno" para aldeias árabes de antes de 1948 que não existem mais.
Para você ter uma idéia da doutrinação que está ocorrendo em Gaza, basta ver os vídeos do Bloco Islâmico no YouTube que mostram instrutores da UNRWA atuando como parte do Hamas.
 As imagens mostram claramente que as crianças de Gaza não são ensinadas de acordo com os valores da ONU, mas sim de acordo com os valores do Jihad, da "libertação da Palestina" e do "direito de retorno", pela força e com armas.
Apesar de tudo isso ser um segredo aberto - todos os doadores da UNRWA sabem disso, incluindo os Estados Unidos e Israel - a organização ainda é considerada uma agência de bem-estar e alívio que poderia fornecer uma "alternativa ao Hamas."
Mas se você perguntar aos habitantes de Gaza o que a UNRWA tem feito por eles, eles diriam "nada", (além de perpetuar os seus status de refugiados). O Hamas sabe a razão. Ele tem todo o interesse em assegurar que as condições de pobreza permaneçam inalteradas e que os milhões de dólares continuem fluindo. Isso mantém o "direito de retorno" relevante.
Para ser claro: Doadores repassam fundos para funcionários da UNRWA que são ligados ao Hamas. Então, eles agem de acordo com os princípios do islã radical, e não com princípios das Nações Unidas.
Foguetes e túneis foram a maior causa de preocupação em Gaza no verão passado. 
A longo prazo, é a lavagem cerebral do Hamas nas escolas de Gaza que deveria ter nos preocupado.
Em paz,
Bassem Eid,
Ativista de direitos humanos, analista político

Governos europeus financiam ONG jordaniana que glorifica terrorista

É assim que o Jordanian Media Institute descreve seus objetivos:

Visão
O JMI pretende tornar-se um Centro de Excelência sem paralelo no Oriente Médio para ajudar a melhorar as normas, aumentar a integridade e reconstruir a confiança do público no jornalismo, na Jordânia e na região em geral. Os nossos programas, que incluem uma formação prática, currículos inovadores e instalações de primeiro-mundo, permitirão que nossos formandos desafiem constantemente o nível atual de produção de mídia no mundo árabe.

Missão
Nossos programas inovadores atendem os mais altos padrões internacionais e reconhecem o carácter único da cultura e da filosofia árabe. Nossos alunos são treinados para se tornarem jornalistas de nível mundial, possuindo as habilidades, a compreensão e o conhecimento necessários para se destacar verdadeiramente no ambiente único da imprensa desta região.


O JMI tem um link para seu site em árabe chamado "Jornalistas JMI". Na barra lateral de cada página do site há uma seção chamada "Modelos de Sucesso" - para dar aos jovens jornalistas jordanianos um modelo a emular.

A primeira pessoa listada na seção é Ahlam Tamimi.


Ela é uma terrorista condenada responsável pelo planejamento e execução do atentado na pizzaria Sbarro que matou 15 pessoas, incluindo sete crianças. 
Entre os mortos estavam 2 brasileiros: Giora Balash e Jorge Balasz, ambos com 60 anos de idade.

Nesta entrevista Ahlan Tamimi descreve o orgulho que sentiu de seu ato terrorista e a alegria que ele trouxe para os árabes.  

Tamimi - que trabalha como jornalista na Jordânia desde que foi libertada na troca de prisioneiros (por Gil'ad Shalit) - ganhou uma pequena biografia bajuladora no site, onde seus atos terroristas recebem destaque. A biografia diz que ela frequentou a "Universidade de mártires", que é como a Universidade de Birzeit é orgulhosamente chamada, por causa da grande quantidade de terroristas que saíram de lá.

O texto ainda diz que ela insistiu para ser a primeira mulher terrorista das brigadas al-Qassam, do Hamas.


Este é "o carácter único da cultura e da filosofia árabe" que a JMI glorifica... apenas em árabe. 


Ahlam Tamimi, "modelo de sucesso"

A JMI é financiada pelos governos britânico, francês, holandês, australiano e alemão, pela União Europeia, pela ONU (UNESCO), por agências norueguesas, suecas, canadenses, pela ONG "Jornalistas pelos Direitos Humanos", "Repórteres sem Fronteiras" entre outros.  



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Morre mais um árabe em um atentado terrorista cometido por um... árabe

Um palestino que foi ferido no atentado do dia 5 de novembro, no qual um terrorista atropelou 14 inocentes em uma estação de trem em Jerusalém, morreu no domingo, em decorrência de seus ferimentos.

Abd al-Karim Nafith Hamid, 60, foi ferido quando o terrorista Ibrahim al-Akkari jogou seu carro contra um grupo de pedestres, matando um oficial de polícia árabe-druso e um estudante de 17 anos, e ferindo outras 12 pessoas.

O site de notícias árabe-palestino Ma'an afirma que ele sofreu múltiplas fraturas em sua coluna e nos pés, além de um ataque cardíaco.

O site ainda traz uma declaração de uma de suas viúvas (o falecido tinha duas esposas) alegando que ele não recebeu tratamento por ser um árabe. Mas logo em seguida ela se contradiz dizendo que "ele ficou em uma sala de cuidados intensivos e passou por todas as cirurgias necessárias, mas foi declarado morto hoje"
"After the Israeli forces identified the injured people, they handcuffed my injured husband because he is an Arab and didn't offer him the appropriate treatment. Neither did they evacuate him to the hospital immediately."
"He has been in an intensive care room and he was given all the necessary surgeries, but he was declared dead today," Umm Ibrahim said.

Foto do árabe Abd al-Karim Nafith Hamid recebendo tratamento intensivo em um hospital israelense (retirada da matéria do Ma'an)

Ibrahim al-Akkari, o terrorista que cometeu o atentado, foi celebrado em uma música por cantores árabes-palestinos, pelo Hamas, pelo Fatah, e por uma universidade de Jerusalém administrada pela Autoridade Palestina. 

Político palestino morre em confronto com o exército israelense; testemunhas mentem e a imprensa mundial omite que ele era um terrorista condenado

Ziad Abu Ein (55), um membro do Fatah e ministro sem pasta da Autoridade Palestina, morreu hoje de manhã durante um confronto com o exército israelense em Turmsayya.

O site palestino Ma'an traz uma fonte que diz que "as forças israelenses bateram em Abu Ein com as coronhas de seus rifles e com seus capacetes durante uma marcha de protesto". Médicos árabes-palestinos afirmam o mesmo, assim como Chaim Levinson, do Haaretz, jornal israelense de extrema-esquerda que também diz que Abu Ein foi "atingido" por um soldado de Israel sem entrar em detalhes.

Já o jornalista Roy Sharon, do canal 10 da TV israelense, que estava no local e que traz uma foto de soldados de Israel prestando primeiros-socorros a Abu Ein, afirma que o político palestino não foi agredido e que recebia "tratamento médico depois de provavelmente inalar gás lacrimogêneo" usado para conter os manifestantes.


Ainda segundo o Ma'an, o exército israelense declarou que "aproximadamente 200 desordeiros se reuniram em Turmus Ayya, perto de Ramallah. Utilizando meios de dispersão de manifestações, forças [militares] impediram manifestantes que tentavam entrar na comunidade civil de Adei-Ad."

Mas o mais revelador é que nenhum jornal internacional informa quem Ziad Abu Ein realmente era: um terrorista.


4 de maio, 1979: Uma bomba plantada pela OLP em Tiberíades detona, matando dois adolescentes e ferindo 32, incluindo dois americanos. Em agosto, Ziad Abu Ein, um palestino, é preso em Chicago, Illinois, e acusado pelo atentado. Ao perder uma batalha legal para evitar a extradição, Ein é mandado para Israel em 12 de dezembro de 1981 para ser julgado. Em 17 de junho de 1982 ele é condenado à prisão perpétua.

As duas vítimas fatais do terrorista Ziad Abu Ein:

David Lankri (esquerda), 14 anos; 
Bo'az Lahav (direita), 16 anos

Atualização:
Uma autópsia realizada por médicos árabes-palestinos e israelenses prova que as testemunhas, o jornalista do Haaretz e o site palestino Ma'an mentiram. A causa da morte foi um ataque cardíaco induzido por stress. 

Os médicos árabes dizem que o ataque foi causado por um golpe -- que não aparece em nenhuma das imagens ou gravações do evento. Em um trecho das filmagens o terrorista parte para cima de um soldado e é empurado por ele, mas nenhum golpe pode ser visto.

Os médicos israelenses contestam a opinião dos árabes e afirmam que o ataque cardíaco do terrorista Abu Ein foi causado por problemas pré-existentes (de acordo com os israelenses ele sofria de uma "doença isquêmica do coração" e os vasos sanguíneos em seu coração estavam bloqueados por placas, com menos de 20% de sua capacidade).  

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Instituto de pesquisa palestino afirma que 80% dos árabes-palestinos apoia a idéia de esfaquear judeus em Jerusalém e na Cisjordânia

O instituto de pesquisa Palestinian Center for Policy and Survey Research acaba de publicar sua mais recente pesquisa sobre as atitudes e opiniões dos árabes-palestinos.

De acordo com a pesquisa, 80% dos árabes-palestinos defende que israelenses (judeus) sejam esfaqueados em Jerusalém e na Cisjordânia (Judéia Samaria): 

على ضوء تزايد التوتر في القدس الشرقيه وتزايد مستوى العنف، نسبة من 80% تؤيد و20% تعارض محاولات طعن ودهس إسرائيليين في القدس وبقية الضفة الغربيه .


A pesquisa ainda mostra que mesmo apesar da destruição causada pelo último conflito em Gaza, Ismail Haniyeh, líder do Hamas, continuaria vencendo Mahmmoud Abbas, o presidente da Autoridade Palestina. 

Haniyeh tem o apoio de 53% (ele tinha 55% há três meses), enquanto Abbas tem 42% (ele tinha 38% há três meses). 
Na Faixa de Gaza Abbas tem 44% e Haniyeh tem 54%. Na Cisjordânia Abbas receberia apenas 41% contra 53% de Haniyeh.

لو جرت انتخابات رئاسية جديدة اليوم وترشح فيها اثنان فقط هما محمود عباس واسماعيل هنية، يحصل هنية على 53% (مقارنة مع 55% قبل ثلاثة أشهر) ويحصل عباس على 42% (مقارنة  مع 38% قبل ثلاثة أشهر). في قطاع غزه يحصل عباس على 44% وهنية على 54%. أما في الضفة فيحصل عباس على 41% فقط وهنية على 53%.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Ativista palestino acusa ONG de direitos humanos de ignorar crimes palestinos e só investigar Israel; ele afirma que governos europeus só financiam ONGs anti-Israel

Bassam Eid, um dos mais conhecidos ativistas de direitos humanos entre os árabe-palestinos, acusa a ONG de direitos humanos israelense B'tselem - da ele qual fez parte - de ignorar crimes cometidos pelos árabes-palestinos enquanto investiga Israel obsessivamente. 
Entre muitas outras declarações polêmicas, ele também afirma que governos europeus fornecem, com facilidade, grandes quantidades de dinheiro a qualquer um que decida criar uma organização anti-Israel. 

A entrevista abaixo foi publicada em uma revista israelense chamada Shvi'i (שביעי) e traduzida pelo leitor Kobi S.



Você não tem medo de publicar críticas contra o Hamas, acusando-o de assassinar o povo de Gaza?
Sim, mas é verdade e isso dói. Acho até que o Hamas gostaria de ter tido pelo menos 5.000 mortos. 

Eu tenho um amigo de Khan Yunis, e ele disse que uma noite, à meia-noite, quatro homens armados do Hamas vieram, bateram na porta e disseram a todos para sairem de casa. Ele lhes disse que tinha dez filhos dormindo ali. Eles exigiram que ele levasse todos para fora, porque eles queriam disparar mísseis do telhado. Ele recusou enfaticamente. No dia seguinte, homens mascarados o espancaram quase até a morte e expulsaram todos...

As pessoas de Gaza apoiam o Hamas hoje em dia?
Olha, se a pergunta é se os moradores de Gaza querem vingança... a resposta é sim. Se eles são partidários do Hamas? Eu acho que não. Por um lado, as pessoas em Gaza têm medo de falar, quem fala é considerado um colaborador e é baleado na maior praça da cidade de Gaza.

E por que você não tem medo? Você não tem medo que eles te machuquem? Ou que machuquem seus filhos?
Não, pelo contrário. Toda vez que eu escrevo, as reações que recebo são: "bom" e "você está certo". 

A crítica deriva da crença e da percepção de que nós, os palestinos, podemos estabelecer um estado verdadeiramente democrático. Mas para que isso aconteça, não devemos ser como os regimes islâmicos árabes vizinhos. Se estes regimes são a escolha que temos, seria melhor viver sob controle do Estado de Israel.

A Autoridade Palestina é corrupta?
Sim, mas vamos dizer o seguinte: há corrupção financeira de peculato de fundos públicos e corrupção política. Corrupção política é um governo que o público palestino desconhece por completo tudo o que se passa com ele. Se eu quiser saber algo sobre suas negociações eu tenho que chamar a imprensa israelense ou a imprensa internacional. A imprensa árabe não mostra nada exceto "mártires" e demolições de casas, e se alinham com Abbas. Eu não sou enganado pela mídia árabe. Quando me chamam para dar entrevistas para imprensa árabe eu digo que estou no exterior".

Em Israel também há veículos de comunicação próximos ao governo.
Sim, mas na Autoridade [Palestina] é como uma orquestra. Israel tem muito mais liberdade para os jornalistas. Durante a operação 'Margem Protetora' a imprensa israelense atacou Netanyahu e o governo, [enquanto] a imprensa palestina falava de "vitórias". Milhares de pessoas foram mortas, mas eles falavam em celebrações. Há concorrência na imprensa israelense, [na Autoridade Palestina] não há concorrência. "Concorrência" é apenas uma bela imagem de Abbas publicada na primeira página. Se eu publicar um artigo contra o Hamas, não há chance [de ser publicado].

Algumas semanas atrás Bassam Eid participou de uma conferência da Organização Sionista na universidade Bar Ilan. Lá, também, Eid surpreendeu a platéia quando ele ridicularizou organizações palestinas que declararam boicote a Israel. "Os palestinos são os últimos que podem declarar um boicote a Israel. Vamos ver o que acontece se todos os palestinos boicotarem Israel, fábricas nos assentamentos... o que acontecerá?

Então, o que aconteceria?
Abbas não os alimentarias e não lhes daria empregos. Depois da Margem Protetora, foi acordado [que Israel] empregaria mais 5.000 trabalhadores de Gaza em Israel... isso é um boicote? Eu imploro para que me dê mais empregos e, em seguida, exijo um boicote? E mesmo que eles proíbam a venda de produtos palestinos para Israel, a economia israelense não vai sofrer. Isso faria mal aos palestinos, que ganham quatro ou cinco vezes mais em Israel que nos territórios [palestinos]. 

E quanto a declaração da Autoridade sobre a boicotar os assentamentos?
Isso mostra quão desconectados estão o público e seus líderes. Não há boicote. Há um "herói", Mustafa Barghouti, que é um homem muito corrupto. Ele roubou o dinheiro da Arábia Saudita [doado] para comprar ambulâncias. Ele afirma que inventou o boicote contra Israel e viaja por toda a Europa falando sobre isso. Ele está o tempo todo na Suécia e eles o ouvem... deixe que ele vá para Ramallah e para os territórios palestinos e que declare um boicote por lá.

Então tudo isso é um blefe?
É uma grande farsa da parte dos palestinos. Quer dizer que os árabes dos territórios não trabalham e compram no Rami Levi (um supermercado famoso por empregar e ser frequentado por árabes) de Gush Etzion? Ele (o boicote) não é imposto e não tem como ser implementado. Bir Zeit (cidade árabe) compra o sorvete Strauss. O vendedor de uma mercearia de lá pendurou uma placa dizendo: "este lugar só vende produtos israelenses".

Você foi um pesquisador da ONG de direitos humanos israelense B'tselem. Você ganhou um prêmio quando trabalhava lá. Como você classifica o B'tselem hoje?
Quando eu trabalhava no B'tselem, ele era uma organização muito apreciada em Israel. Eu não acho que a intensidade da raiva que existe hoje em Israel contra o B'tselem existia no passado. As coisas mudaram e o B'tselem também mudou. Os israelenses não consideram mais o B'tselem uma organização de direitos humanos. Na minha opinião, uma organização de direitos humanos tem que lutar contra todas as violações de direitos humanos, não importa o que acontece. Na época, eu conduzi uma investigação abrangente sobre terroristas suicidas palestinos e entrei em contato com o B'tselem, perguntando se eles queriam emitir um relatório conjunto. O B'tselem não gostou da idéia e eu me enraiveci. Hoje todas as organizações israelenses e palestinas -- todas elas -- investigam Israel. Ninguém abre a boca para falar da Autoridade Palestina, de suas torturas e detenções administrativas.

Você abandonou a organização e começou uma que era crítica em relação a Autoridade Palestina.
Exatamente. Tivemos um problema financeiro. Eu acho que a política da nossa organização não é consistente com a política externa da Europa. A Suécia, por exemplo, nunca me deu um centavo, [porque] eu sou um crítico da Autoridade Palestina enquanto eles gostam da Autoridade Palestina e são contra Israel.

Eles querem que você deixe a Autoridade Palestina em paz e que se concentre em Israel?
Se eu quiser criar uma ONG anti-Israel, eu prometo que amanhã eu receberia meio milhão de dólares da Suécia. Mas o dinheiro não me interessa. Eu só não entendo a diferença entre a organização europeia de direitos humanos que protege um "Ahmed israelense", mas não quer proteger os direitos humanos do "Ahmed da Autoridade Palestina"...

Você prefere viver sob controle de Israel como um israelense?
Eu quero um estado palestino democrático. Se eu não conseguir, eu não tenho nenhum problema em viver em paz sob ocupação israelense. Eu estive na maioria dos países árabes e vi o que suas prisões realmente são, o que é uma tortura de verdade. Não quero ser parte disso (de um país árabe como os outros) de maneira nenhuma. E eu vou te contar um segredo: com certeza 80% dos palestinos de Jerusalém Oriental pensa desta maneira"

Ministro da Autoridade Palestina diz que o Hamas é o culpado pela falta de eletricidade e combustível em Gaza

Entrevista com, Mahmmoud Habbash, um dos ministros da Autoridade Palestina, que afirma que a crise energética e de combustível em Gaza é causada pelo Hamas.

Programa exibido no canal oficial da Autoridade Palestina, no dia 23 de março de 2012




Há uma crise de combustível porque, para simplicar, o Hamas guarda o combustível para seus próprios veículos e para os comboios e carros modernos dirigidos por seus "guerreiros"  às vistas do povo.

Há uma crise de energia porque, para simplificar, o Hamas cobra as pessoas pela eletricidade, mas não paga os fornecedores.
[O Hamas] embolsa o dinheiro e o distribui para o seu "exército" de empregados, com os quais ele abarrotou a companhia de eletricidade.
Estes são empregados inúteis e desnecessários.

Há lideres do Hamas que não pagam por sua eletricidade.
Eles iluminam suas casas e instalam holofotes às custas da população.
As instituições e escritórios do Hamas usam eletricidade às custas do povo.
Esta é a verdadeira razão do sofrimento.

A crise elétrica em Gaza é resultado da audácia do Hamas, que "rouba" o dinheiro que eles cobram da população.

O Hamas roubou 800 milhões de dólares dos pobres, através de empresas de fachada para investimentos. Eles fundaram um banco para [cometer] fraudes e esquemas em Gaza.

O Hamas está tentando separar a Faixa de Gaza do corpo palestino e se proclamar um estado.
Todo o sofrimento vivido na Faixa de Gaza há 5 anos, desde o golpe criminoso realizado por criminosos em Gaza...

Eu acredito que nós, a Autoridade Palestina e a liderança nacional, cometemos um erro e agimos de forma negligente -- não com a Faixa de Gaza, mas ao não perseguir os criminosos que realizaram o golpe.

Devíamos tê-los perseguido através dos canais legais árabes e internacionais, até que os tivéssemos trazido aos tribunais, para que fossem punidos de uma forma justa e restringente por seus crimes.