quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Em carta póstuma terrorista palestino deixa claro que ataques são motivados pelo Islã e não por terras

O terrorista Abd al-Rahman Maswada, primo do terrorista Ihab Maswada (responsável por outro ataque terrorista na semana passada em Hebron) esfaqueou um soldado e foi morto:



Maswada deixou uma carta de despedida para seus pais na qual deixa clara a verdade: os palestinos não lutam por autodeterminação, mas em nome de Alá e do islamismo.


A carta:
"Em nome de Alá, o misericordioso e compassivo.  
Não penseis daqueles que são mortos no Caminho de Alá como mortos. Não, eles estão vivos, com o seu Senhor, e eles têm provisões." (Corão 3:169) 
Por Alá, eu ansiava pelo Paraíso. Não fiquem tristes, eu só levei a cabo (o esfaqueamento) a fim de apoiar e elevar a Palavra de Alá e a fim de vingar os mártires. Não fiquem tristes, não fiquem tristes, vamos nos encontrar no Paraíso. O seu filho é um mártir, se Alá quiser nos encontraremos no paraíso, Allahu Akbar, louvado seja Alá (palavra incompreensível) Alá seja louvado. 
Allahu AkbarAbd al-Rahman Maswada"

Poster feito em homenagem a Maswada pelo Hamas:




segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Autoridade Palestina constrói monumento celebrando terrorista que esfaqueou um casal com um bebê de 2 anos, matando duas pessoas; Monumento apaga Israel e mostra todo o país como a Palestina

A Autoridade Palestina construiu um monumento celebrando Muhannad Shafik Halabi, o homem que, armado com uma faca, atacou um casal de judeus religiosos com um bebê de colo na cidade de Jerusalém, no dia 3/10/2015. 
O terrorista feriu a criança de dois anos, a mulher e matou o marido, Aharon Banita Bennett (21) e o rabino Nehemia Lavi (41), que tentava ajudar a família. 



O desenho do memorial -- que tem a forma de Israel -- mostra as reais intenções da moderada Autoridade Palestina: O Estado Judeu é completamente apagado e tem seu lugar tomado pela Palestina. 

O município de Surda-Abu Qash, no norte da Cisjordânia, decidiu mudar o nome de uma rua em homenagem a Muhannad Halabi em 13 de outubro, menos de 10 dias depois de seu ataque terrorista. O prefeito do município, onde um memorial para o terrorista foi erguido, chamou-o de "um orgulho e uma medalha de honra para toda a aldeia."

Halabi também recebeu elogios da Associação de Advogados palestinos, que lhe concedeu um diploma e um título póstumo, bem como pelo assessor de Mahmoud Abbas, Sultan Abu Al-Einein, que escreveu em um post no Facebook, "Nós amamos você, Muhannad. Nós amamos você enquanto você semeou vida para todos os palestinos".

Pessoas com o sobrenome Halabi (الحلبي) são nativas da cidade de Alepo (ﺣﻠﺐ‎ - Halab), na Síria. 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Terroristas muçulmanas são baleadas depois de esfaquear idoso árabe pensando ser um judeu; Frente Popular para a Libertação da Palestina usa o caso para acusar Israel de executar crianças

Câmeras de segurança registraram um ataque terrorista no mercado Mahane Yehuda, em Jerusalém, no qual duas adolescentes (Norhan Awwad, 14 e Hadeel Wajih Awwad16 anos) esfaquearam um idoso árabe de 70 anos, pensando que ele fosse um judeu.



O vídeo mostra as duas terroristas armadas com tesouras depois de terem esfaqueado Yussef al-Haroub (Yussuf Alharoub).
O homem árabe que elas esfaquearam está internado no Hospital Hadassah Ein Kerem. Ele teve a cabeça e as costas perfuradas.



 
 Yussef al-Haroub 

Quanto as terroristas, uma foi morta pelos tiros enquanto a segunda ficou gravemente ferida e foi levada para o hospital Shaare Tzedek.

Ambas as terroristas eram residentes legais em Israel.

Atualização
A Frente Popular para a Libertação da Palestina, grupo ligado a Autoridade Palestina, emitiu um comunicado de imprensa usando a foto das duas terroristas e acusando Israel de executar crianças.

A  declaração é entitulada:
الشعبية: إعدام الاحتلال لأطفالنا جرائم ضد الإنسانية
 "A execução de nossos filhos pela ocupação é um crime contra a humanidade"



sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Minoria radical? Pesquisa mostra que maioria absoluta dos árabes israelenses apoiam Estado Islâmico e outros grupos terroristas

Uma nova pesquisa revela que a maioria dos cidadãos árabes de Israel apoia organizações terroristas -- incluindo o ISIS -- e diz que os radicais islâmicos melhor representam seus verdadeiros sentimentos.

O professor Sami Samucha, que conduziu o estudo, descobriu que 57% dos cidadãos árabes-israelenses entrevistados dizem sentir que o "Movimento Islâmico radical em Israel", que compreende várias facções terroristas, "os representam fielmente."
A pesquisa também revelou que 42,2% da população árabe, incluindo todos os seus grupos étnicos e religiosos, se define como apoiadores, membros e/ou ativistas do movimento islâmico. Nada menos do que 18,2% dos cidadãos muçulmanos árabes de Israel, e 28,1% de todos os apoiadores do Movimento Islâmico, disseram que eles não consideram o Estado Islâmico (ISIS) como uma organização terrorista radical, e que eles não têm vergonha do brutal grupo jihadista.

Os cidadãos árabes de Israel gozam de liberdades, direitos e de um padrão de vida que eles não conseguiriam obter em nenhum lugar no mundo muçulmano.

Enquanto isso, Naftali Bennett, o líder do partido religioso de direita habayit hayehudi (Lar Judaico), diz que "99,9% dos árabes israelenses são cidadãos leais ao estado de Israel".

Terrorista palestino mata 4 judeus e um árabe em assentamento judaico; imprensa palestina diz que árabe foi morto por "forças de ocupação"

Ezra Schwartz, um jovem americano de 18 anos passando um ano sabático em Israel estava entre as três vítimas de um ataque terrorista no final da tarde quinta-feira em Gush Etzion, na Cisjordânia. Sete outros foram levemente feridos no ataque. 
Ele estava em uma van com cinco outros amigos do seminário rabínico Beit Shemesh, onde estudava. Eles estavam na área para distribuir comida para soldados servindo na região. 
Um palestino, que dirigindo a partir de Kfar Etzion, fuzilou os carros com um rifle automático antes de bater em um veículo. As forças de segurança cercaram o terrorista e o prenderam. 
Paramédicos da Magen David Adom (Cruz Vermelha israelense) declararam Schwartz morto no local. Seus cinco amigos foram evacuados para o Centro Médico Shaare Zedek, em Jerusalém. Três foram tratados por ferimentos leves e dois para choque. Todos eles foram liberados. 
A segunda vítima do ataque, o palestino Shadi Arafeh, 24, de Hebron, também foi declarado morto na cena do crime.
Yaakov Don, 51, um professor e pai de quatro filhos que vivia nas proximidades do assentamento de Alon Shvut, foi evacuado para Hadassah Medical Center em estado grave e foi declarado morto em sua chegada ao hospital. 

Como a agência de notícias Wafa, que pertence ao governo da moderada Autoridade Palestina, noticiou o caso:


وأوضحت الوزارة في بيان صحفي مقتضب، أن قوات الاحتلال قتلت الشاب شادي زهدي راتب عرفة (26 عاما) من مدينة الخليل، قرب مستوطنة 'غوش عتصيون' 
"O Ministério [da Saúde] disse em um curto comunicado de imprensa que as forças de ocupação mataram Shadi Zuhdi Arafa, 26, de Hebron, perto do assentamento de Gush Etzion"

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

França: Globo traz financiadores do terrorismo para provar que o Islã é contra o terrorismo

O Fantástico cobre os ataques terroristas que deixaram 129 mortos e 352 feridos na França omitindo todas as informações que contradizem a narrativa de combate a "islamofobia" da emissora. 

A cobertura ignora a celebração dos atentados por muçulmanos, os pronunciamentos de líderes islâmicos e chega ao extremo de trazer um grupo terrorista para tentar convencer os espectadores de que o Islã condena os atos que promove.

domingo, 8 de novembro de 2015

Terrorista muçulmana esfaqueia segurança; imprensa árabe-palestina e organizações anti-Israel omitem o fato e afirmam que mulher foi executada

A muçulmana Halawa Alian, de 22 anos, foi abordada por um segurança ao agir de forma suspeita em um ponto de ônibus. Ela atacou o homem com uma faca enquanto ele a interrogava.
O ataque ocorreu dia 8/11/2015.




Como a imprensa palestina e o Hamas "noticiaram" o ocorrido:
A notícia, que foi retweetada por Max Blumenthal -- um virulento anti-semita e filho de Sidney Blumenthal, um dos mais próximos consultores e aliados de Hillary Clinton --, apenas fala de "uma garota que foi baleada pelo exército de Israel".   

"Forças de ocupação sionistas executam moça palestina". 
O grupo, que é parte do Hamas, ainda fala em "direitos humanos". 
O Hamas é o mesmo grupo que provoca a morte de crianças palestinas em benefício próprio, que atira em opositores e que defende o genocídio de judeus, sejam eles mulheres ou crianças... [1] [2] [3]

O grupo também incita e reza pelo genocídio de cristãos e comunistas. 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

"Anti-sionismo": página oficial do Fatah de Mahmoud Abbas recomenda livro infantil nazista de 1936

A página oficial do grupo Fatah, partido do "moderado" presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, postou hoje (29/10/2015) uma recomendação de leitura para seus milhares de seguidores com a seguinte legenda:

غلاف إحدى كتب الأطفال فى ألمانيا عام 1936، عنوانه:
"لا تثق بأي ثعلب فى المروج الخضراء ولا تثق بقسم أى يهودي"

"A capa de um dos livros infantis [produzidos] na Alemanha em 1936, cujo título é: "Não confie em nenhuma raposa em seu prado verde nem no juramento de nenhum judeu."

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Terrorista palestino ataca policiais com uma faca e é morto; Estadão noticia como se o terrorista fosse vítima


Terrorista palestino esfaqueia policial e é morto:




Como o jornal Estado de S. Paulo noticiou o caso:

 "Ataques à faca deixam 3 palestinos mortos"

domingo, 18 de outubro de 2015

Terrorista palestino vestindo uniforme da imprensa esfaqueia soldado israelense; jornal Extra, da Globo, noticia como se o terrorista fosse vítima do soldado

A imprensa internacional, que constantemente protege terroristas ao omitir fatos prejudiciais a eles [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] [9] [10] [11], agora é posta em perigo por esses mesmos terroristas. 

Um terrorista árabe-palestino vestindo um uniforme reservado a jornalistas  -- um colete amarelo com a palavra PRESS (imprensa) bordada nele -- atacou e feriu um soldado israelense. 



A veste usada pelo terrorista é destinada a proteger fotógrafos e jornalistas em locais onde ocorrem conflitos armados. É através deste tipo de vestimenta que os combatentes são avisados de que os profissionais de imprensa não são pessoas que representam perigo e nem podem ser alvos de ataques de qualquer forma. 

Este tipo de atitude compromete a idéia e põe jornalistas em perigo, já que abre precedente e mostra que soldados também devem tê-los como alvos em potencial.
O ataque foi cometido no dia 16/10/2015 e transmitido ao vivo pelo canal al-Quds, do Hamas.

Esta não foi a primeira vez que terroristas palestinos se passaram por jornalistas ou os usaram como escudos humanos. [1] [2]

Como o jornal Extra do Rio de Janeiro, que pertence as Organizações Globo, noticiou o caso:
"Palestino é baleado em Hebron"

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Ataques terroristas perpetrados nos últimos dias e completamente ignorados pela rede Globo

Terrorista palestino atropela civis e depois os ataca com facão de açougueiro

Ataque realizado no dia 13/10/2015. Terrorista palestino atropela inocentes em um ponto de onibus e depois ataca os feridos com uma machete. Ele assassinou o rabino Yeshayahu Krishevsky. 

Terrorista palestino esfaqueia policial e é morto.

Ataque terrorista em Jerusalém, no dia 10 de outubro de 2015 

Terrorista palestino ataca casal com um filho de 2 anos e mata duas pessoas

O terrorista Mohammed Shafik Halabi, armado com uma faca, atacou um casal de judeus religiosos na cidade de Jerusalém neste sábado a noite, dia 3/10/2015. 

O terrorista feriu a criança, a mulher e matou o marido, Aharon Banita Bennett (21) e o rabino Nehemia Lavi (41), que tentava ajudar a família. 

Neste exato momento, apenas algumas horas após o ataque terrorista, uma página em árabe no Facebook criada em homenagem ao terrorista já conta com quase 3000 curtidas. A página se refere ao criminoso como الشهيد (shahíd/mártir islâmico), um título honorífico concedido post-mortem aos muçulmanos quando estes se sacrificam em nome do Islã. 

Mais sobre o caso.

Terrorista palestina é presa depois de esfaquear policial


O ataque terrorista aconteceu no dia 12/10/2015 em Giv'at haTahmoshet (גבעת התחמושת).

Casal judeu é fuzilado na frente dos 4 filhos pequenos e "moderado" Fatah de Mahmoud Abbas reivindica a autoria do atentado terrorista

Naama e Eitam Henkin

Na quinta-feira a noite, dia 01/10/2015, terroristas árabes-palestinos fuzilaram o carro onde viajavam Eitam, Naama Henkin e seus 4 filhos pequenos. O casal foi morto na frente de seus filhos, que ficaram feridos. 
No dia seguinte Mahmoud Al-Aloul, membro do comitê central do Fatah, o "moderado" partido partido político/grupo terrorista do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, reivindicou a autoria do ataque terrorista em nome do grupo: 

"A Brigada dos Mártires de al-Aqsa, a ala militar do Movimento de Libertação Nacional Palestino Fatah, aceita responsabilidade pela operação em Itamar (o ataque terrorista) realizada contra colonos, levando-os para a morte."
Mais sobre o caso 

Terroristas palestinos esfaqueiam menino de 13 anos andando de bibicleta
Dois terroristas palestinos, Ahmed Manasra (13 anos) e seu primo Hassan (15 anos), esfaquearam duas pessoas no dia 12/10/2015. 
Uma das vítimas é um menino de 13 anos que estava andando de bicicleta. As duas vítimas estão hospitalizadas em estado grave.

Terrorista palestino esfaqueia senhora de 70 anos de idade

O terrorista começou seu ataque ao esfaquear uma mulher judia de 70 anos de idade, causando ferimentos graves na vítima. Um motorista de ônibus que estava nas proximidades levou a mulher para dentro de seu ônibus e fechou as portas antes que o palestino pudesse embarcar.

O Jerusalem Post informa que o terrorista se chama Ahmed Sha'aban (23) e reside no bairro Ras el-Amud, em Jerusalém. Ele já tinha cumprido pena de três anos em uma prisão israelense por atividades terroristas. 

Ataque ocorrido no dia 13/10/2015.

Terroristas muçulmanos israelenses invadem ônibus em bairro judaico com armas e facas e ferem 16 inocentes 

O ataque ocorreu na manhã do dia 13/10/2015 dentro de um ônibus no bairro de Armon Hanatziv, quando dois terroristas muçulmanos israelenses abriram fogo e esfaquearam os passageiros.

Os terroristas atacaram inocentes desarmados deixando 16 pessoas feridas neste incidente, das quais três estão em estado crítico e três em situação grave.

Terrorista muçulmana israelense é ferida ao tentar esfaquear inocentes em Afula 

A terrorista muçulmana israelense Asraa Zidan Tawfik Abed invadiu a Estação Rodoviária Central em Afula armada com uma faca. Ela foi atingida por policiais depois de se recusar a largar a arma. 

A terrorista, que não tinha antecedentes criminais, estuda na faculdade Technion em Israel e no passado trabalhou na escola de um kibutz.


Terroristas palestinos atacam estação de ônibus em Beer Sheva: uma pessoa assassinada e 6 feridos 

Dois terroristas árabes palestinos, armados com uma faca e uma metralhadora, atacaram a estação central de ônibus na cidade israelense de Be'er Sheva. Eles assassinaram uma pessoa e feriram outras 6. O ataque foi realizado dia 18/10/2015.

Terrorista palestino esfaqueia inocentes em ponto de ônibus em Raanana

O ataque foi realizado no dia 13/10/2015.

Terrorista palestino usando uniforme de jornalista esfaqueia soldado israelense 

Um terrorista árabe-palestino vestindo um uniforme reservado a jornalistas  -- um colete amarelo com a palavra PRESS (imprensa) bordada nele -- atacou e feriu um soldado israelense.  
Um terrorista árabe-palestino vestindo um uniforme reservado a jornalistas -- um colete amarelo com a palavra PRESS (imprensa) bordada nele -- atacou e feriu um soldado israelense.

A veste usada pelo terrorista é destinada a proteger fotógrafos e jornalistas em locais onde ocorrem conflitos armados. É através deste tipo de vestimenta que os combatentes são avisados de que os profissionais de imprensa não são pessoas que representam perigo e nem podem ser alvos de ataques de qualquer forma. 

Este tipo de atitude compromete a idéia e põe jornalistas em perigo, já que abre precedente e mostra que soldados também devem tê-los como alvos em potencial.
O ataque foi cometido no dia 16/10/2015 e transmitido ao vivo pelo canal al-Quds, do Hamas.

sábado, 3 de outubro de 2015

Foram "colonos" e "extremistas judeus" que incendiaram a casa da família Dawabshe?

No dia 31 de julho um incêndio na casa da família Dawabsheh, no vilarejo de Duma, vitimou Saad Dawabsheh e seu filho de um ano e meio de idade e feriu gravemente a sua mulher e seu outro filho.  

A palavra "vingança" em hebraico foi pichada em uma das duas casas queimadas e o caso foi tratado como um incêndio criminoso por todos os veículos de imprensa (BBC, Globo, CNN, Reuters), que culparam supostos "colonos" e "extremistas judeus" pelo ocorrido.

Mas de acordo com a jornalista Sarah Beck, do jornal de centro-esquerda israelense Ma'ariv, a polícia palestina, num primeiro momento, afirmou que o incêndio tinha sido causado por uma falha na instalação elétrica da casa. 
A jornalista relata que policiais israelenses afirmaram que ao chegar a Duma para investigar, foram recebidos na entrada da vila pelo exército, cujo trabalho era acompanhá-los até a aldeia. Os soldados lhes disseram que a polícia palestina já tinha investigado o incidente e decidido que o incêndio teria sido causado por um mau funcionamento elétrico. Eles foram informados de que não havia necessidade de abrir uma investigação.
(tradução feita pelo leitor Kobi S.)

לטענת המשטרה, בבוקר האירוע הגיעו חוקרי מחוז ש"י לדומא. בכניסה לכפר עצרו אותם כוחות צה"ל, שהסבירו להם שהמת"ק (מינהלת תיאום וקישור) כבר בכפר, שהרשות הפלסטינית חוקרת ושאין סימנים לפשיעה לאומנית. עדות המשפחה, לטענת המשטרה, הייתה שקצר חשמלי גרם לשריפה, ולכן התקבלה החלטה משותפת שלא לפתוח בחקירה.

Apesar das condenações universais ao "terrorismo judeu" vindas da imprensa e de políticos árabes e israelenses, a polícia israelense não tem nenhum suspeito ou mesmo prova de que o incêndio tenha realmente sido um ato criminoso.   

O caso lembra o incêndio  ocorrido em uma mesquita na cidade de Zanghariyah. Os responsáveis também deixaram pichações em hebraico falando em vingança. 

A imprensa, assim como políticos e a polícia israelense, imediatamente e sem nenhuma prova, culpou "extremistas judeus" pelo crime. Só que alguns meses depois, árabes beduínos vieram a público culpando outros moradores do vilarejo pelo incidente. A imprensa, que tanto destaque deu ao caso quando podia culpar judeus e Israel pelo ocorrido, simplesmente omitiu o resultado das investigações, o testemunho do morador da aldeia e nem mesmo corrigiu os textos anteriores.

Vídeo: Terrorista palestino ataca casal com um filho de 2 anos, fere a mulher e a criança e esfaqueia até a morte o pai e um rabino que tentava ajudar a família

O terrorista Muhannad Shafik Halabi, armado com uma faca, atacou um casal de judeus religiosos na cidade de Jerusalém neste sábado a noite, dia 3/10/2015. O terrorista feriu a criança, a mulher e matou o marido, Aharon Banita Bennett (21) e o rabino Nehemia Lavi (41), que tentava ajudar a família. 



Neste exato momento, apenas algumas horas após o ataque, uma página em árabe no Facebook criada em homenagem ao terrorista já conta com quase 3000 curtidas. 
A página se refere ao criminoso como الشهيد (shahíd/mártir islâmico), um título honorífico concedido post-mortem aos muçulmanos quando estes se sacrificam em nome do Islã.


Atualização
A viúva Adelle Banita-Bennett, que também foi ferida no ataque, conta em uma entrevista como os árabes que presenciaram o ataque reagiram:

"Eu corri por dezenas de metros com uma faca no meu ombro, sangrando. Árabes da região que viram esta cena horrível aplaudiram, riram e disseram que esperavam que eu morresse rapidamente. Eu senti que eu estava prestes a desmaiar [...] eu tentei me apoiar em alguém que passava por ali e ele apenas se sacudiu, me chutou e me disse 'morra'."

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Casal judeu é fuzilado na frente dos 4 filhos pequenos e "moderado" Fatah de Mahmoud Abbas reivindica a autoria do atentado terrorista

Naama e Eitam Henkin

Na quinta-feira a noite, dia 01/10/2015, terroristas árabes-palestinos fuzilaram o carro onde viajavam Eitam, Naama Henkin e seus 4 filhos pequenos. O casal foi morto na frente de seus filhos, que ficaram feridos. 
No dia seguinte Mahmoud Al-Aloul, membro do comitê central do Fatah, o "moderado" partido partido político/grupo terrorista do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, reivindicou a autoria do ataque terrorista em nome do grupo: 
"A Brigada dos Mártires de al-Aqsa, a ala militar do Movimento de Libertação Nacional Palestino Fatah, aceita responsabilidade pela operação em Itamar (o ataque terrorista) realizada contra colonos, levando-os para a morte."

Segue abaixo a declaração pública das Brigadas Husseini sobre o ataque terrorista:

"Com a ajuda de Alá e de acordo com o direito de nosso povo de lutar para recuperar nossa pátria usurpada e com nosso dever de jihad sagrada, as nossas forças, na quinta-feira à noite, realizaram uma ação necessária em que dispararam contra um carro de colonos ocupadores fora do assentamento de Itamar, construído em terras palestinas ao sul de Nablus, disparando diretamente contra o carro, matando um colono e ferindo sua esposa de acordo com a mídia do inimigo, e o grupo voltou para a segurança dos acampamentos.
Advertimos o inimigo contra a realização de qualquer ação contra civis inocentes, onde quer que estejam, porque nossas tropas responderão com ataques semelhantes, e vamos considerar suas ações como crimes de guerra." 
De acordo com o "moderado" Fatah do "moderado" Mahmoud Abbas, uma família de judeus viajando de carro com 4 filhos pequenos é um alvo legítimo e nenhuma da vítimas indefesas pode ser considerada civil.

O ataque foi completamente e confirmação da autoria pelo Fatah foram completamente ignorados pela Globo e pelo resto da imprensa brasileira.

domingo, 20 de setembro de 2015

Mahmoud Abbas diz que o Monte do Templo e o Santo Sepulcro são dos palestinos e que judeus "não têm direito profaná-los com seus pés imundos"

Do jornal árabe-palestino Wafa e do canal de TV da Autoridade Palestina:



Nós saudamos você e todos os homens e mulheres em ribat (pequenas fortificações construídas pelos muçulmanos durante a invasões islâmicas no norte da África). 
Nós saudamos toda gota de sangue derramada em nome de Jerusalém -- esse sangue é limpo e puro, derramado em nome de Alá, se Alá quiser.
Todo mártir irá para o paraíso e todos os feridos serão recompensados por Alá.
Queridos irmãos, estamos todos aqui por Jerusalém. 
Digo-lhes com toda a sinceridade, um estado palestino nunca existirá sem Jerusalém. O estado palestino deve incluir  sua capital, a nobre Jerusalém -- com sua capital Jerusalém oriental, que foi ocupada em 1967. 
Nós não permitimos nenhuma de suas (de Israel) medidas. Todas estas divisões... a mesquita de al-Aqsa (o Monte do Templo, o local mais sagrado para o judaísmo) e a Igreja do Santo Sepulcro são nossas. 
São todas nossas e eles (os judeus) não têm o direito de profaná-las com seus pés imundos. Não devemos permitir que façam isso, e devemos fazer todo o possível para proteger Jerusalém. 

الرئيس: سنحمي القدس ومتمسكون بكل ذرة من ترابها

لتاريخ : 16/9/2015  الوقت: 15:02

رام الله 16-9-2015 وفا- قال رئيس دولة فلسطين محمود عباس: 'نحن في القدس وسنبقى فيها وسنحمي مقدساتنا المسيحية والإسلامية، ولن نغادر بلدنا، وسنبقى متمسكين بكل ذرة من ترابها'.
وأضاف سيادته لدى استقباله فعاليات مدينة القدس المحتلة، ظهر اليوم الأربعاء، بمقر الرئاسة في مدينة رام الله، 'لن نترك بابا إلا وسنطرقه من أجل أن نرفع صوت القدس عاليا'.
وتابع الرئيس: 'أنا مطمئن أن أمرا سيئا لن يحدث للقدس، رغم ان إسرائيل تشن حربا ضروسا عليها، لكن سنستمر في الدفاع عنها في كل الظروف، نتحدث مع الجميع والكل يسأل ماذا نعمل من أجل رفع صوت القدس عاليا؟'.
وحيا سيادته المرابطات والمرابطين، وقال: 'كل قطرة دم أريقت في القدس هي دماء زكية ما دامت في سبيل الله، وكل شهيد سيكون في الجنة، وكل جريح سيكون له الثواب، إن شاء الله'.
وشدد سيادته على أن دولة فلسطينية من دون القدس لن تكون، يجب أن تكون الدولة الفلسطينية بعاصمتها القدس الشرقية التي احتلت عام 1967، ولن نسمح بتمرير إجراءاتهم وتقسيم الأقصى، وقال: 'الأقصى لنا والقيامة لنا، لا يحق لهم أن يدنسوهما بأقدامهم القذرة، ولن نسمح لهم، وسنعمل كل ما نستطيع من أجل حماية القدس'.
وحضر اللقاء: أمين عام الرئاسة الطيب عبد الرحيم، وعضو اللجنة التنفيذية لمنظمة التحرير الفلسطينية حنا عميرة، ووزير شؤون القدس ومحافظها عدنان الحسيني .
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م.غ/ م.ج

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

"Refugiados" sírios rejeitam ajuda humanitária por causa da cruz nas embalagens da Cruz Vermelha

Imagens que a imprensa não mostra sobre a crise dos "refugiados": imigrantes sírios na Macedônia recusam alimentos e medicamentos grátis por causa do símbolo religioso cristão impresso nas caixas da Cruz Vermelha. 



Uma fatwa (decisão legal islâmica) no site islamweb explica o motivo:

"O sinal da cruz dos cristãos se refere a um homem crucificado [...] como o sinal da Cruz vermelha Internacional, que é encontrado em ambulâncias. Tal sinal deve ser removido e deve ser substituído por um dos slogans do Islã, como o crescente que o Crescente Vermelho usa como seu símbolo em vez da Cruz Vermelha.

De acordo com a opinião mais preponderante dos estudiosos, não é permitido a um muçulmano possuir algo que contém a cruz antes de apagá-la ou alterá-la, porque está confirmado que o Profeta não via nada em sua casa que tivesse o sinal da cruz, [e se assim visse] ele o apagaria. [al-Bukhari]

Ash-Shawkaani, que Ala tenha misericórdia dele, disse: "O Hadith é prova de que não é admissível a utilização/posse de roupas, cortinas, tapetes ou qualquer outra coisa que tenha imagens."

O apagamento necessita que se cubra a cruz colocando algo sobre ela que esconda suas características.

O Comitê Permanente de Iftaa' declarou: "No que diz respeito ao tapete sobre o qual existe um sinal da cruz, nao se ora sobre ele exceto depois de apagar a imagem da cruz de uma forma que esconda ao pintar ou tricotar sobre ela ou algo do tipo."

Finalmente, deve ser mencionado que um muçulmano não se torna um descrente apenas usando algo que contém o sinal da cruz, como uma caixa de primeiros socorros. E se um muçulmano é incapaz de mudá-la, Allah não cobra uma alma, exceto de acordo com o que Ele deu."

http://www.islamweb.net/emainpage/index.php?page=showfatwa&Option=FatwaId&Id=204889

http://islamqa.info/en/5227

Atualização
O homem responsável pelas imagens, Predrag Petrovic, confirma que os "refugiados" realmente recusaram os alimentos fornecidos pela Cruz Vermelha, mas diz que a recusa foi causada por seu estado emocional, já que eles estavam "irritados porque não tinham sido autorizados a atravessar a fronteira para a Macedônia, por isso eles recusaram a ajuda aos gritos de "Não! Não!"

Refugiados famintos recusariam alimentos por este motivo? 

O que torna a história ainda mais inverossímil é o fato de que os imigrantes estavam tendo sua entrada permitida, ainda que de forma controlada. Isso é o que afirma o próprio Petrovic:
"A polícia macedônia só permitiu que um grupo de 200/300 refugiados atravessassem a fronteira a cada duas horas, já que esta é a capacidade do trem que liga Gevgelija à fronteira com a Sérvia sobre no qual eles foram transportados."

domingo, 2 de agosto de 2015

Árabe-palestino é atacado por outros árabes e culpa "extremistas judeus"; jornais israelenses e palestinos repetem a mentira sem confirmar a história

O site árabe-palestino Maan News traz uma matéria intitulada "Palestino agredido e ferido por extremistas judeus em Lod", baseando-se numa reportagem publicada pelo jornal de centro-esquerda israelense Yedioth Aharonoth:
"Um morador palestino de Lod, no centro de Israel, foi atacado por três extremistas judeus na madrugada de domingo, informou a imprensa israelense.
Imad Abu Sharikh estava voltando para casa depois de realizar orações matinais, quando os agressores o atacaram verbal e fisicamente, de acordo com o diário israelense Yedioth Ahronoth.
Os três teriam gritado que todos os palestinos devem ser expulsos de Lod.
Samah, a filha de Abu Sharikh, disse ao jornal que seu pai era um homem conhecido na cidade e afirmou: "Eu nunca imaginei que o extremismo judaico fosse chegar a este ponto."

Imediatamente após o ataque o líder do partido árabe, Ayman Odeh, veio a público emitir uma condenação e culpar a direita por sua "incitação".

"Mais uma vez um cidadão árabe (de Israel) foi atacado por motivos nacionalistas, desta vez em Lod", disse Odeh. "O discurso racista, anti-democrático de ministros e parlamentares da direita dá uma luz verde para bandidos."

O mesmo Ayman Odeh é conhecido por justificar o terrorismo palestino contra civis israelenses...

Mas o verdadeiro problema para Odeh, para a esquerda israelense e para o Maan News é que o ataque foi fabricado. Abu Sharikh foi atacado por outros árabes e decidiu culpar "extremistas judeus" inexistentes. 

Imad Abu Sharikh após ser atacado por três árabes por causa de uma disputa familiar

As feridas de Abu Sharikh eram reais, mas sua história desmoronou rapidamente.
A polícia logo prendeu os três suspeitos -- todos residentes árabes da cidade.
Com o prosseguimento das investigações a polícia também acabou por desvendar o verdadeiro motivo do ataque: uma disputa familiar.

domingo, 26 de julho de 2015

Palestinos torturam hiena ameaçada de extinção

Em um vídeo publicado pelos próprios criminosos, uma hiena ameaçada de extinção é atropelada e apedrejada por diversos palestinos aos sons de risos e gargalhadas.



A descrição original do vídeo diz que ele foi gravado no dia 25 de julho, perto da cidade de Hebron.

No início um carro é visto perseguindo a hiena enquanto ela caminha pelo acostamento da estrada. Logo depois outros carros chegam ao local tentando atropelar o animal e bloquear seu caminho. Após alguns instantes a hiena é atropelada e acaba sem chances de fugir, e é neste momento que os palestinos começam a apedreja-la impiedosamente enquanto se divertem e riem.

Hienas listradas são consideradas uma espécie em extinção em Israel e caçá-las é um crime.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Príncipe saudita: acordo com o Irã é pior do que o feito com a Coréia do Norte; Obama age com base em ideologia, não em fatos


O conglomerado al-Arabiya publicou hoje partes de uma coluna escrita pelo príncipe saudita e ex-embaixador do país nos EUA, Bandar bin Sultan, afirmando que o acordo firmado por Obama com o Irã é ainda pior do que o acordo firmado por Bill Clinton com a Coréia do Norte, que permitiu que o país asiático conseguisse obter a bomba atômica.

Bin Sultan, que também já ocupou o cargo de chefe de inteligência do país, disse que o acordo nuclear "vai causar devastação no Oriente Médio", uma região já assolada por grandes conflitos.

Ele prossegue, afirmando que "especialistas na imprensa e na política dizem que o acordo do presidente Obama com o Irã é um 'déjà vu' em relação ao acordo nuclear norte-coreano do presidente Clinton."

A decisão do presidente Clinton foi baseada em analistas estratégicos de política externa, informações da inteligência e o desejo de "salvar o povo da Coréia do Norte da fome", escreveu o príncipe Bandar, em referência ao acordo firmado em 1994 entre a Coréia do Norte e os Estados Unidos.

O presidente Clinton "não teria tomado essa decisão" se tivesse sabido que ela estava baseada em "uma grande falha de inteligência" e em uma "análise de política externa errada", escreveu o príncipe Bandar, sobrinho do rei saudita Salman bin Abdulaziz.


Mas o "presidente Obama tomou a decisão de ir em frente com o acordo nuclear com o Irã plenamente consciente de que a análise estratégica de política externa, a informação de inteligência nacional e aliados dos Estados Unidos na região todos prevêem não só o mesmo resultado do acordo nuclear norte-coreano, mas pior - com o Irã tendo acesso a bilhões dólares ", afirmou o príncipe.


"Isso vai causar devastação no Oriente Médio, que já está vivendo em um ambiente desastroso no qual o Irã é um importante responsável pela desestabilização da região", continuou ele.


Por que Obama seguiria em frente com tal acordo "sabendo o que o presidente Clinton não sabia quando fez o seu acordo com a Coreia do Norte?", questionou o ex-diplomata.

Eu acredito que ele pense que todo o resto -- que poderia ser um resultado desastroso de sua decisão -- é um dano colateral aceitável", acrescentou.


"Estou convencido, mais do que em qualquer outro momento, que o meu bom amigo, a magnífica velha raposa Henry Kissinger, estava correto quando disse que 'os inimigos da América devem temer América, mas os amigos da América devem temer a América ainda mais'", escreveu o príncipe Bandar, citando o ex-secretário de Estado americano e Prêmio Nobel da Paz que serviu sob os ex-presidentes Richard Nixon e Gerald Ford.

"As pessoas da minha região agora estão confiando na vontade de Deus e consolidando suas capacidades locais e análises com todos os outros, exceto o nosso aliado mais antigo e mais poderoso", escreveu o príncipe.

Original


الأمير بندر بن سلطان يخرج عن صمته

إيلاف
خاص بإيلاف: في أول موقف يدلي به بعد تركه منصبه رئيسا للاستخبارات السعودية، يقرأ الأمير بندر بن سلطان الاتفاق النووي الإيراني في رسالة بعنوان “طبق الأصل ثانية”، استلمتها إيلاف وتنشر نصها في السطور التالية.
يقول نقادٌ في الإعلام وفي السياسة إن الاتفاق النووي الذي عقده الرئيس باراك أوباما مع إيران هو نسخة طبق الأصل عن الاتفاق النووي الذي عقده الرئيس الأسبق بيل كلينتون مع كوريا الشمالية.
إلا أنني، وبكل تواضع، لا أتفق مع هذا الرأي. فالرئيس كلينتون اتخذ قراره آنذاك على أساس تحليل استراتيجي للسياسة الخارجية الأميركية، وعلى معلومات استخبارية سرّية، على رغبته ونواياه الحسنة لإنقاذ شعب كوريا الشمالية من مجاعة تسببت بها قيادته. واتضح بعد ذلك أن ذلك التحليل الاستراتيجي للسياسة الخارجية كان خاطئًا، إلى جانب فشل استخباراتي كبير، لو عرف به الرئيس كلينتون قبل اتخاذه قراره لما اتخذه، وأنا واثق تمامًا من ذلك.
أما الرئيس أوباما، فقد اتخذ قراره بالمضي قدمًا في الصفقة النووية مع إيران وهو مدركٌ تمام الادراك أن التحليل الاستراتيجي لسياسته الخارجية، والمعلومات الاستخبارية المحلية وتلك الآتية من استخبارات حلفاء أميركا في المنطقة لم تتنبأ جميعها بالتوصل إلى نتيجة الاتفاق النووي نفسها مع كوريا الشمالية فحسب، بل تنبأت بما هو أسوأ، إلى جانب حصول إيران على مليارات من الدولارات. فالفوضى ستسود الشرق الأوسط، الذي تعيش دوله حالة من عدم الاستقرار، تلعب فيها إيران دورًا أساسيًا.
وبالتالي، السؤال الذي يجب طرحه هو:
لماذا يصر الرئيس أوباما على عقد مثل هذه الصفقة رغم أنه يعرف ما لم يعرفه الرئيس كلينتون عندما عقد صفقته مع كوريا الشمالية؟
ليس الأمر بالتأكيد أن الرئيس أوباما ليس ذكيًا بما فيه الكفاية، ولكن لأنه ذكي بما فيه الكفاية. وأرى أن السبب الحقيقي وراء عقد هذه الصفقة هو أن الرئيس أوباما صادقٌ ومتصالح مع نفسه، ولأنه مقتنع تمامًا بأن ما يفعله هو الصحيح. وأعتقده يرى أن كل ما يمكن أن يكون كارثيًا بسبب قراره هذا هو ضرر جانبي مقبول.
تنشر "إيلاف" نص الرسالة الأصل للأمير بندر بن سلطان تعقيبًا على الإتفاق النووي باللغة الانكليزية على الرابط التالي:

لكن، من أكون أنا لأخرج بمثل هذا الاستنتاج العميق؟
بكل تواضع، أنا رجل عمل مباشرة مع رؤساء الولايات المتحدة من جيمي كارتر حتى جورج دبليو بوش. وبكل تواضع، أنا رجل مثّل بلاده في الولايات المتحدة الأميركية العظيمة 23 عامًا، وقضى 17 عامًا من حياته يخدم في جيش بلاده. وإن كان كل هذا لا يؤهلني للإدلاء برأي مستند إلى معلومات أكيدة بشأن هذه المسألة، يمكنني أن أضيف أنني منذ 2005 وحتى 2015، شغلت منصب مستشار الأمن القومي لقادة بلادي، ورئيسًا للاستخبارات، ما مكنني من الاطلاع مباشرة على قرارات قيادة بلادي، وعلى التحليل الذي يقدمه الرئيس أوباما.
وكشفًا عن المعلومات، علي أن أعترف بأنني لم يسبق لي أن عملت مع الرئيس أوباما، كما لم ألتق به شخصيًا، لا قبل أن صار رئيسًا ولا بعد ذلك. والمعلومات الوحيدة التي أستند إليها في تقويمي للرئيس هي التي أمدني بها الملك الراحل عبد الله، أو تلك التي طلب نصيحتي بشأنها، حين كان يستدعي الأمر التعامل مع الرئيس أوباما. وهذه المسائل كلها كانت تمر، ذهابًا وإيابًا، من خلال السيد عادل الجبير، سفيرنا في واشنطن آنذاك ووزير خارجيتنا راهنًا.
لقد قصرت ملاحظاتي على الاتفاق النووي الإيراني، لكن ثقوا بي حين أقول إن سياسات الرئيس بشأن الشرق الأوسط عمومًا وسوريا والعراق واليمن بصفة خاصة فتحت عيوننا على شيء لم نكن نتوقعه منه ويمكن مناقشتها في وقت آخر. أما الآن، وبكل تأكيد، أنا أكثر اقتناعًا من أي وقت مضى بأن صديقي العزيز، الثعلب القديم هنري كيسنجر، كان مصيبًا حين قال: "على أعداء أميركا أن يخشوا أميركا، لكن على أصدقائها أن يخشوها أكثر".
في النهاية ان الناس في منطقتي يتوكلون على الله ويعززون قدراتهم وتحليلهم للوضع بالتعاون مع الجميع، باستثناء حليفنا الأقدم والأقوى.
هذا يفطر القلب، إلا أن الحقائق مرّة، ولا يمكن تجاهلها.
بندر بن سلطان بن عبدالعزيز آل سعود
سفير السعودية في الولايات المتحدة الأميركية بين العامين 1981 و2005

domingo, 12 de julho de 2015

Technogym, a academia de primeiro-mundo em Gaza

Entrada da academia Technogym, em Gaza


Depois da abertura de shopping centers e hotéis de luxo, a Faixa de Gaza agora recebe uma academia de ginástica de primeiro-mundo: a Techno-Gym Gaza.




Fotos


Recepção:
reception
Sala de spinning:
bike room
Sala de ginástica:
cardio
Um "analisador de corpo humano":
analyzer
Piscina:
pool
Spa:
spa

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Anistia Internacional afirma que terroristas mortos por Israel eram "profissionais de saúde"; Jihad Islâmica celebra os mortos como combatentes do grupo

Do site da Anistia Internacional:



O texto diz:
"Aproximadamente as 15:30, aviões israelenses bombardearam uma ambulância do Ministério da Saúde. Como resultado, 3 profissionais de saúde foram mortos: 'Aatef Saleh al-Zameli, 42, o motorista; Yousef Ejmai'an al-Zameli, 33, um enfermeiro; e Yousef Jaber Darabih, 25, um paramédico voluntário."
A verdadeira identidade dos "profissionais de saúde" foi revelada pelo grupo terrorista Jihad Islâmica, que fez cartazes celebrando os mortos: 
(informações publicadas originalmente na postagem intitulada "A ambulância do terror da Jihad Islâmica; ONG diz que os mortos eram civis")

Aqui estão os três "profissionais da saúde" mortos por Israel:

Aatef Saleh al-Zameli عاطف صالح الزاملي

Yousef Ahmad Sheikh al-Eid  يوسف أحمد الشيخ العيد 

Yousef Jaber Darabih  يوسف جابر درابيه

*Este parece ser o único erro involuntário da ONG/Anistia Internacional. Elas dizem que o "enfermeiro" morto se chamava Yousef Ejmai'an al-Zameli, mas de acordo com a imprensa árabe o seu nome era Yousef Ahmad Sheikh al-Eid:

"واستشهد عصر اليوم ضابط الاسعاف عاطف الزاملي والممرض يوسف جميعان شيخ العيد و المتطوع في الإسعاف الشهيد يوسف جابر درابيه خلال تأديتهم واجبهم في اخلاء و نقل الجرحى من شرق رفح"